A Oi registrou prejuízo líquido de R$ 3,4 bilhões no segundo trimestre de 2020, mais do que dobrando as perdas em relação a igual período de 2019.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 15%, para R$ 1,36 bilhão.

A empresa de telecomunicação está recuperação judicial desde 2016 e colocou alguns ativos à venda em esforço para sair da reestruturação.

O balanço foi divulgado na sexta-feira (14).

OI (OIBR3): ações disparam 25% e atingem maior cotação em quase dois anos
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OIBR3: marcada assembleia

A assembleia geral de credores que vai discutir o chamado novo plano de recuperação judicial da Oi será convocada para o dia 8 de setembro.

Caso não haja quórum, poderá ser realizada seis dias depois, no dia 14.

A decisão é da juíza Fabelisa Gomes, em exercício na 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro.

Ela vem menos de uma semana depois de o juiz titular da vara, Fernando Viana, decidir que a assembleia é o lugar certo para que empresa e bancos, seus principais credores, discutam as mudanças no plano (e não o Judiciário).

Três dos maiores credores da gigante da telefonia se posicionaram contra as mudanças que ela quer fazer em sua recuperação judicial. Ou, como eles apontam, seu novo plano de recuperação.

Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Itaú estão, ativamente, buscando barrar a aprovação do aditamento.

A Oi afirma que mudanças são necessárias, “apesar do bom andamento” das medidas previstas no plano original.

Veja OIBR3 na Bolsa:

https://www.youtube.com/watch?v=fAdlbp0OuGo
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