Nos seis primeiros meses deste ano, o mercado digital registou um faturamento de R$ 38,8 bilhões, sendo que 78% das vendas foram feitas por meio de marketplaces, enquanto apenas 22% foram efetivas em sites por venda própria.

É que mostra a 42ª edição do Webshoppers feita pela Ebit|Nielsen. De acordo com o relatório, apenas no primeiro semestre de 2020, esses verdadeiros “shoppings virtuais” receberam mais de 64 milhões de pedidos, chegando a um faturamento de R$ 30 bilhões.

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B2W Marketplace

Gerente do B2W Marketplace, Mayara Gianoni disse em que os empreendedores serão orientados sobre esse modelo de venda que reúne vários fornecedores de produtos em um só endereço eletrônico. Ela conversou com especialistas do Sebrae.

“Os marketplaces surgiram quando grandes varejistas decidiram abriram seus canais de venda para outras empresas menores pudessem vender em suas plataformas. Daí vem o termo “shopping virtual”, você consegue comprar tudo que precisa em vitrines de grandes varejistas do e-commerce”, explica a gerente da B2W Marketplace, responsável pelas plataformas da Americanas.com, Submarino e Shoptime.

Crescimento

Segundo ela, o crescimento acelerado dessas plataformas, principalmente este ano, foi provocado pelo isolamento social que veio com a pandemia e mudou os hábitos de consumo.

Quanto às vantagens, ela pontua que são plataformas consolidadas, que possuem um público que já tem confiança em comprar.

“Dessa forma, se você tem uma loja própria ou um pequeno negócio que não tem uma estrutura nem experiência nesse mercado on-line, o marketplace vem como boa alternativa, que possui um investimento inicial bem mais baixo e ainda um maior potencial para alavancar as vendas e fazer o negócio crescer mais rápido”, afirma Mayra Gianoni.

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