Pague Menos (PGMN3) encerra programa de recompra de ações

O Conselho de Administração da Pague Menos (PGMN3) informa o encerramento do Programa de Recompra de ações que foi aprovado em 9 de dezembro de 2020, conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, no âmbito do Programa a companhia adquiriu o montante de 1.040.000 ações ordinárias, as quais permanecem em tesouraria.

A Pague Menos registrou lucro líquido ajustado de R$ 96,0 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 6,9 milhões obtido em 2019.

Em 2020, o valor do Ebtida ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subiu 14,2%, para R$ 572,4 milhões.

No acumulado do ano, a receita bruta acelerou 7,6%, para R$ 7,308 bilhões ante 2019.

“Os resultados são reflexo de uma série de esforços e investimentos realizados ao longo dos últimos anos. Trouxemos ao time novos executivos em áreas estratégicas, investimos muito em tecnologia, inovação, data analytics e em novos processos, que agregados à nossa equipe e 39 anos de história, preparam a companhia para um novo ciclo de crescimento”, afirmou o presidente da rede, Mário Queirós, em nota.

Pague Menos (PGMN3) estreará na Bolsa dia 2 e pode levantar R$ 1 bi

Pague Menos – Credit Suisse

O Credit Suisse afirmou que a Pague Menos reportou bons resultados no quarto trimestre, com números acima das estimativas do banco, que já haviam sido revisadas para cima. Segundo o banco, este segundo balanço depois da abertura de capital mostrou consistência e é importante, pois ajuda a reduzir o risco de investimento para a companhia.

“Aumenta a confiança do mercado de que a recuperação foi implementada com sucesso e reforça as perspectivas positivas no futuro. Esperamos uma reação positiva do mercado”, diz o relatório. O banco manteve recomendação de compra e preço-alvo em R$ 13,50.

Ainda segundo o Credit, entre os pontos positivos destaca-se o forte desempenho da receita, apoiado na melhoria de produtividade das lojas, aumento acentuado nas vendas digitais e da Clinic Farma, além do processo interno de melhoria da lucratividade.

No lado negativo, o banco aponta a perda de participação de mercado de 0,2 ponto percentual ano a ano que era um tanto esperada à luz da otimização do portfólio de lojas, além da compressão da margem bruta em 2,1 ponto percentual ano a ano.

“Continuamos otimistas com a Pague Menos, pois ela opera em um segmento mais resiliente, o que parece especialmente importante, já que as preocupações da covid-19 provavelmente persistirão em 2021”, diz.

Veja PGMN3 na Bolsa:

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