A Guide Investimentos atualizou sua carteira recomendada semanal, válida até 11 de dezembro, ao inserir no portfólio o Banrisul (BRSR6) e a CCR (CCRO3).

Para a entrada destes ativos, foram removidos do portfólio a Centauro (CNTO3), e a Itaúsa (ITSA4).

Conforme o relatório, a carteira semanal encerrou a última semana em forte alta, bem acima do seu índice de referência (Ibovespa).

As bolsas globais tiveram desempenhos fortes, com aprovações de algumas agências regulatórias para vacinas. O Ibovespa também obteve performance sólida, com bluechips impulsionando ganhos.

“No âmbito doméstico, a disputa entre os poderes executivo, legislativo e judiciário permaneceu estável. Dessa forma, acreditamos que a confiança do investidor segue demonstrando sinais de recuperação, porém, as incertezas nas frentes política, econômica e sanitária devem continuar fazendo preço”, frisou.

E disse mais: “na carteira, CVC (CVCBB3) foi a ação que mais se valorizou na semana, enquanto Centauro (CNTO3) foi a que menos valorizou.”

Guide atualiza carteira semanal com Banrisul (BRSR6) e CCR (CCRO3)

Guide: mais interessantes

“Nesta semana, optamos por realizar duas alterações em nossa carteira semanal. Embora permanecemos positivos com os ativos de Centauro e Itaúsa no movimento de rotação setorial que temos observado nas últimas semanas, acreditamos que a perspectiva de curto prazo para Banrisul e CCR são mais interessantes neste momento”, disse.

E concluiu: “quanto ao restante da carteira, mesmo com as fortes altas recentes, seguimos acreditando que tais papéis deverão ter performances acima do benchmark, não sendo o momento ideal para realização de lucros. Seguimos avaliando que a volatilidade deverá se manter elevada nos próximos dias, porém o noticiário favorável de vacinas deverá prevalecer.”

Os ativos

Relatório assinado pelo analista Luis Sales elenca que o Banrisul PN (BRSR6) segue apresentando ainda resultados ruins, com o ROE ainda pressionado (5.7% no 3T20), em função principalmente de uma queda na margem financeira, fruto dos menores spreads e redução da taxa Selic e por uma aumento nas provisões (ações cíveis e portabilidade de crédito). “Ainda assim avaliamos que o resultado seguiu em linha com o observado nos grandes bancos privados”, disse.

Já a CCR ON (CCRO3) vem buscando capturar novas sinergias por meio da otimização administrativa do conjunto de seus negócios o que acaba refletindo positivamente na margem operacional. A empresa é caracterizada por seus sólidos fundamentos, além de ser forte geradora de caixa no médio e longo prazo.

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