Presidente da Oi (OIBR3) prevê receita de R$ 15 bilhões nos próximos dois ou três anos

Em evento, Rodrigo Abreu anseia crescimento e valorização da companhia

Em evento realizado pela XP nesta quarta-feira (8), o diretor-presidente da companhia, Rodrigo Abreu, afirmou que a Oi (OIBR3) deve produzir uma receita de R$ 15 bilhões no prazo de dois a três anos.

No entanto, Abreu não levou em conta a parcela de infraestrutura da V.tal (antiga InfraCo) que Oi ainda possui. A empresa secundária contém a parte de fibra óptica da operadora.

Em meados deste ano, 57% do capital da InfraCo foi vendido em oferta para o BTG Pactual (BPAC11) e a Globonet Cabos Submarinos. O valor da transação foi de R$ 12,93 bilhões.

Próximos passos da Nova Oi

Desse modo, a projeção do presidente é que a operadora conclua a venda da oferta móvel no período entre janeiro e março de 2022. Assim como, o domínio de unidade de infraestrutura.

A atenção dos negócios da Oi, de agora em diante, será nos serviços, no atendimento e nos clientes, de acordo com Abreu. Posto que, houve o encerramento da operação móvel e a divisão de estrutura da unidade.

A propósito, a companhia se encontra em um momento de mudança estrutural, entrando em uma nova fase após o fechamento de operação móvel e encerramento do controle.

Além disso, nos últimos nove anos, a companhia ampliou seu mercado de banda larga. Logo, Rodrigo Abreu, prevê potencial de crescimento e valorização da fibra no Brasil.

Portanto, a intenção da empresa é migrar para a fibra óptica e deixar toda a telefonia de cobre. Ainda de acordo com o diretor-presidente da companhia, a Oi não é apenas a sobra de processos de desinvestimentos, mas sim, uma empresa de potencial com a participação na V.tal.

“A fatia de participação de mercado da companhia em cidades onde havia esse serviço saltou de 4% no primeiro trimestre de 2019 para 24% no segundo trimestre de 2021”, pontua.

Oi (OIBR3 e OIBR4) faz leilão hoje para vender empresa de fibra óptica em R$ 12,9 bilhões
Placa da companhia Oi

Término da operação móvel

De acordo com Rodrigo Abreu, as duas companhias, a Nova Oi e V.tal, não farão parte do leilão do 5G para a faixa de 3,5 GHz.

Logo, não há necessidade de participar do leilão dessa frequência. Afinal, a operação móvel está a poucos passos de finalizar. A companhia está apenas aguardando a aprovação regulatória.

Em resumo, este leilão do 5G é a principal banda média harmonizada, mundialmente, para a utilização da tecnologia 5G. Portanto, os dados são expostos em ultra velocidade dos celulares e computadores, através dessa faixa, para para as torres de comunicação.

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