Romi (ROMI3) reporta lucro líquido de R$84 mi no 4º tri, alta de 353%

A Indústrias Romi (ROMI3) reportou lucro líquido de R$ 84,406 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 353,2% ante a igual período do ano anterior, conforme relatório encaminhado ao mercado na terça-feira (9).

De acordo com o documento, no quarto trimestre de 2019 a empresa havia lucrado R$ 19,066 milhões. “O resultado é proveniente de uma vitória em processo judicial movido pela Eletrobras (ELET6), QUE GEROU efeito positivo de R$ 38,4 milhões no balanço da fabricante.

Por conta disso, o lucro líquido ajustado no período ficou em R$ 48,974 milhões, alta de 156,9% na base anualizada.

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Receita operacional

Ainda de acordo com o relatório, a companhia apurou uma receita operacional líquida recorde entre outubro e dezembro, de R$ 360,643 milhões, uma alta de 56,5% em relação ao resultado um ano antes. No intervalo, a empresa destacou o desempenho das unidades de negócio Máquinas Romi e Fundidos e Usinados.

Em relação à primeira, a receita atingiu R$ 177,3 milhões no quarto trimestre, um acréscimo de 37,1% reflexo da recuperação do volume de pedidos a partir de junho.

Já as vendas da Fundidos e Usinados registrou um aumento de 102,3% no último trimestre em razão da continuidade dos negócios relacionados às peças fundidas e usinadas de grande porte para o setor de energia e da retomada dos demais segmentos.

Ebitda

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa mais que dobrou no período, subindo 128,5%, para R$ 71,115 milhões.

Conforme a empresa, a “evolução da receita, aliada à redução das despesas operacionais, resultou em uma expansão da margem operacional, que, nesse mesmo período de comparação, cresceu 10,1 pontos percentuais.”

Já a carteira de pedidos total da companhia, ao final do quarto trimestre de 2020, apresentou crescimento de 67,2% em relação a dezembro do ano anterior.

Ao longo do ano passado a companhia investiu R$ 44,1 milhões, “sendo a maior parte deles destinados à automação, manutenção, produtividade, flexibilidade, competitividade das unidades do parque industrial e máquinas de fabricação própria alocadas para o negócio de locação de máquinas.”

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