Pix: Banco Central cria mecanismo para devolução de dinheiro em casos de fraudes

Invenção entra em vigor dia 16 de novembro deste ano, a partir desta data, o mecanismo funcionará em tempo integral

O Banco Central (BC) anunciou hoje (9) a regulamentação de um mecanismo criado para a devolução de dinheiro em caso de fraude ou falha nas operações do Pix.

Dessa forma, a criação do dispositivo padroniza as regras e os procedimentos. Ele irá viabilizar a devolução das transações em caso de fraudes e quando há suspeitas concretas.

Nos casos de falha operacional nos sistemas das instituições envolvidas na transação, também será possível solicitar a devolução dos valores.

Portanto, o BC presume que dessa maneira haja mais segurança, pois o mecanismo irá inibir fraudes e golpes dentro do sistema de pagamento. O sistema irá funcionar a partir do dia 16 de novembro de 2021.

Como irá funcionar?

Atualmente, há uma função disponível para solicitar a devolução de valores totais ou parciais de uma transação. Porém, essa função acaba sendo imprevisível, uma vez que não há certeza de que os valores serão estornados de fato.

Portanto, em caso de fraude ou falha operacional, as instituições envolvidas na transação acabam tendo que estabelecer operações bilaterais, que efetuem comunicações relacionadas às solicitações e recebimentos dos pedidos de devolução, o que dificulta e retarda o processo.

Logo, com o mecanismo especial de devolução, o BC afirma que o procedimento ficará mais eficaz e rápido. Tanto o remetente como o destinatário da transação poderão solicitar a devolução com até 90 dias da operação original.

Todavia, as instituições financeiras envolvidas que farão a devolução usando a ferramenta, terão que notificar os usuários quando o débito cair em conta. Assim como, registrar no extrato de movimentações.

Pix: BC cria mecanismo para devolução de dinheiro em caso de fraude

Mesmo assim, cuidado com as fraudes

O Pix completará um ano de lançamento ao final de 2021, entretanto, já se tornou popular e é um dos métodos mais utilizados para pagamento atualmente.

Contudo, já foi constatado que há vários métodos criados para enganar os usuários e fraudar o sistema. Portanto, é preciso tomar cuidado e estar atento às possíveis formas que golpistas utilizam.

Alguns exemplos são: centrais de atendimento falsas, que se passam por instituições financeiras solicitando algum pagamento, links que clonam sites de instituições oficiais e solicitam que o usuário insira formas de pagamento, ou até mesmo clonagem de WhatsApp, entre outros.

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