A TIM (TIMP3) deve recorrer a bancos locaos para levantar dinheiro destinado a pagar a aquisição dos ativos móveis da Oi (OIBR3, OIBR4).

Isso porque a operadora, em consorcio com Vivo (VIVT4) e Claro arrematou a Oi em leilão promovido recentemente. O valor da transação foi de R$ 16,5 bilhões.

A informação foi dada pelo diretor financeiro e de relações com investidores da multinacional italiana, Adrian Calaza, por meio de videoconferência.

OI (OIBR3): ações disparam 25% e atingem maior cotação em quase dois anos
OI (OIBR3): ações disparam 25% e atingem maior cotação em quase dois anos

2020

De acordo com o executivo, a tele prevê encerrar 2020 com R$ 4 bilhões em caixa, volume que, em teoria, reduzirá necessidade de financiamento para concluir a compra de ativos da Oi.

Conforme fato relevante divulgado na segunda, a TIM desembolsará cerca de R$ 7,3 bilhões do valor total de R$ 16,5 bilhões da transação. O trio de operadoras fez a única proposta de compra no leilão.

Quanto ao prazo para aprovação da operação pelas autoridades regulatórias e de defesa da concorrência, ele defendeu uma posição de “respeito institucional” para que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) possam fazer “o trabalho correto nas avaliações.”

Também presente ao encontro via internet, o vice-presidente de Comunicação, Assuntos Regulatórios e Institucionais da TIM Brasil, Mario Girasole, disse que a operadora não trabalha com a hipótese de judicialização do processo de aquisição da Oi.

A empresa

TIM Brasil é uma empresa de telefonia brasileira subsidiária da Telecom Italia e opera nas redes GSM, EDGE, WCDMA, HSDPA, 3G e 4G. No Brasil, foi fundada em 1995, começando suas operações em 1998.

Veja OIBR3 na Bolsa:

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