Itaú (ITUB4): nova empresa da cisão da XP se chamará XPart; banco faz transferência indevida

O conselho de administração do Itaú (ITUB4) aprovou a segregação da participação do conglomerado na XP Inc em uma nova sociedade, conforme aviso aos acionistas encaminhado ao mercado na quarta-feira (27).

De acordo com o documento, a nova empresa oriunda da cisão se chamará XPart.

No dia 26 de novembro, o conselho de administração do Itaú aprovou a segregação da participação do conglomerado na XP Inc em uma nova sociedade.

A segregação “ocorrerá mediante cisão de empresas do conglomerado Itaú Unibanco com a versão da parcela cindida representativa de 41,05% do capital da XP” para a nova companhia, disse a instituição financeira.

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Assembleia

A cisão ainda precisa ser aprovada em assembleia geral dos acionistas, marcada para ocorrer em 31 de janeiro, e, uma vez aprovada, os acionistas do Itaú Unibanco passarão a deter, também, participação acionária na nova empresa, cujo único ativo será o investimento na XP.

O banco estima que os custos envolvidos para a realização e efetivação da operação serão da ordem de, aproximadamente, R$ 13 milhões, incluídas as despesas com publicações dos atos societários e honorários de auditores independentes, avaliadores e demais profissionais contratados para assessoria na operação.

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PIX

O Itaú Unibanco está processando instituições como Banco do Brasil, Bradesco, Sicredi, Bancoob, Nubank, Banco Original e Banco Inter para receber os quase R$ 1 milhão que transferiu indevidamente aos bancos via Pix.

De acordo com o site Cointelegraph, um erro sistêmico no final de novembro, principalmente no dia 26, teria gerado transferências duplicadas que totalizaram R$ 966.392,86.

Na ação, o Itaú alega que a falha foi exclusivamente em seu sistema, mas os bancos favorecidos não devolveram o dinheiro e ainda permitiram que seus clientes utilizassem o valor transferido indevidamente — mesmo estando cientes do erro.

Assim que constatou a falha, o banco diz ter entrado em contato imediatamente com alguns correntistas para que estes contatassem os destinatários das transferências e resolvessem a devolução.

Como alguns bancos e correntistas não fizeram o estorno, o Itaú está pedindo que eles sejam condenados a bloquear os valores e, na sequência, estorná-los.

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