O Índice de Atividade Econômica do Brasil, elaborado pelo do Banco Central (IBC-Br), teve alta de 2,15% em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com dados divulgados pelo BC nesta segunda-feira.

Segundo a Reuters, a expectativa em pesquisa com economistas era de uma alta de 3,40%.

Em comparação com julho de 2019, o IBC-Br apresentou contração de 4,89% e, não acumulado em 12 meses, teve o retorno de 2,90%, segundo números observados.

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Brasil: nível do IIE-Br de julho

Em apuração preliminar, com dados coletados entre 26 de junho e 9 de julho, o Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas sinaliza uma queda de 7,3 pontos em julho, para 166,3 pontos.

Após o terceiro mês em queda, o IIE-Br devolveria 46% da alta de 95,4 pontos observada no bimestre março-abril.

“Após a terceira queda consecutiva, o nível do IIE-Br de julho se aproxima do nível de março, de 167,1 pontos, primeiro momento em que o país precisou forçar paralisações e iniciar o isolamento social para conter o avanço da pandemia. As dificuldades de se prever cenários para o futuro da economia continuam muito grandes, como reflete o componente de Expectativas, que, no nível apurado nesta prévia, recuperaria, até julho, apenas 7% da alta ocorrida entre março e maio. Uma queda mais acelerada da Incerteza daqui para a frente dependerá da evolução pandemia no país e da velocidade de normalização das atividades econômicas e do apaziguamento das tensões políticas”, afirma Anna Carolina Gouveia, Economista da FGV IBRE.

O componente

O componente de Mídia recuou 7,0 pontos, para 145,5 pontos, nesta prévia de julho. O componente de Expectativa, recuou 5,6 pontos, para 222,4 pontos. Ambos os componentes ainda estão em patamares considerados extremamente elevados, com destaque para o de Expectativas, que permanece pelo quarto mês consecutivo acima dos 200 pontos.

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