A Oi (OIBR3) e a multinacional francesa Green Yellow fecharam um acordo por meio do qual a operadora passará a receber energia elétrica de quatro usinas fotovoltaicas localizadas Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás e Mato Grosso.

Segundo o Estadão, a tele contará com 14,44 MWp de capacidade instalada, responsáveis por gerar 21,2 GWh por ano para abastecer as estações rádio base por onde trafegam os sinais de internet móvel.

Para atender a demanda, a francesa investirá R$ 44 milhões nesses projetos de desenvolvimento sustentável.

O acordo prevê ainda um serviço diagnóstico e melhoria no consumo de energia em diversos escritórios, podendo cortar os gastos até pela metade.

OI (OIBR3): ações disparam 25% e atingem maior cotação em quase dois anos

Anatel

A venda dos ativos móveis da Oi para a Vivo, TIM e Claro terá grave impacto sobre as prestadoras de pequeno porte (PPPs) e as chamadas operadoras competitivas, além de contribuir para a redução de investimentos e da qualidade de serviços, com elevação de preços aos consumidores.

Segundo o Valor, a reunião, em ambiente virtual, foi convocada pela agência reguladora. Participaram as cinco associações membros do CPPP (Abrint, Abranet, Abramulti, NeoTV e TelComp), que falam por cerca de 15 mil prestadores de serviços de comunicação multimídia listados na Anatel.

Com a futura venda da unidade de infraestrutura e redes de fibra óptica da Oi (InfraCo) e as teles se articulando para se tornarem clientes, Campelo vislumbra uma “consolidação formidável” das redes móveis e das principais redes fixas do país.

João Moura, relator do trabalho para a Anatel e presidente da TelComp, que representa as prestadoras competitivas, afirma que se não forem adotadas medidas regulatórias severas e condicionantes, a venda de ativos da Oi vai enfraquecer as demais empresas e reduzir a competição, com impacto sobre os preços.

Veja OIBR3 na Bolsa:

https://www.youtube.com/watch?v=h_GoE3tKd9s&t=307s
Compartilhe

Categorias do artigo

  • Relacionados: