O Bradesco (BBDC4) chegou a um acordo com seus funcionários para adotar permanentemente o trabalho remoto, disse um executivo de recursos humanos do banco.

Segundo a Reuters, o cordo, apoiado pelo sindicato dos bancários, prevê que as pessoas possam ser alocadas para trabalhar de casa por quantos dias cada trabalhador e o Bradesco concordarem.

O segundo maior banco privado do país tem aproximadamente 97 mi funcionários. Atualmente, 94% da sua equipe administrativa e metade dos alocados em agências estão trabalhando de casa.

Bradesco é a empresa da América Latina com maior lucro no 1º semestre

Primeiro

O Bradesco é o primeiro banco brasileiro de grande porte a chegar a esse tipo de acordo com os funcionários, em um movimento que ilustra como uma pandemia pode mudar profundamente como relações de trabalho.

O banco planeja ter funcionários trabalhando em casa uma média de uma semana por mês permanentemente, em um que permitirá ao banco poupar nenhum aluguel e vender alguns imóveis, disse o presidente, Octavio de Lazari Junior, em agosto.

O banco vai oferecer uma ajuda de custo anual de cerca de 1.000 reais para cobrir as contas de consumo dos funcionários, como energia e internet, para aqueles que trabalham mais de 50% da jornada remotamente.

Também pode fornecer cadeiras. Além da redução de custos, o banco planeja usar o trabalho remoto para atrair pessoas que irão distantes dos escritórios do Bradesco, disse o diretor de recursos humanos Juliano Marcílio.

BBDC4: erro e indenização

Uma moradora de Cascavel (PR) moveu ação na Justiça Estadual contra o Bradesco após ter o nome negativado indevidamente.

A sentença do processo foi divulgada ontem pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), em ação que tramita no 2º Juizado Especial Cível.

De acordo com o documento, a mulher realizou um empréstimo consignado com a instituição financeira e a quitação seria por meio de folha de pagamento.

Sendo assim, ela teria os descontos automáticos na conta e teoricamente não deveria se preocupar.

Entretanto, no mês de novembro de 2019 ela recebeu uma cobrança no valor de R$ 1.773,61. Sem entender do que se tratava, realizou consulta do seu CPF junto aos órgãos de proteção ao crédito e constatou que estava negativada desde 01 de março de 2019, pelo valor de R$ 60,63 pelo Banco Bradesco S/A.

O processo informa que o banco alegou ‘erro de sistema’ como causa das cobranças, que não foram pagas e acarretaram na inscrição indevida do nome da mulher nos cadastros de inadimplentes.

Desta forma, a justiça entendeu que houve falha na prestação de serviço da instituição financeira. Assim, o Banco Bradesco foi condenado ao pagamento de R$ 4 mil a título de danos morais.

A decisão cabe recurso.

Veja BBDC4 na Bolsa:

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