Petrobras (PETR4) confirma Silva e Luna como CEO, e informa renúncia de conselheiro

Toda movimentação se deu ao longo da última semana

A Petrobras (PETR4) confirmou a troca de comando. Isso porque o general Joaquim Silva e Luna foi aprovado pelo conselho da estatal para assumir a petroleira no lugar do agora ex-CEO Roberto Castello Branco.

Toda movimentação se deu ao longo da última semana, quando a Assembleia Geral escolheu seus novos conselheiros, dentre eles o próprio Silva e Luna que precisava acessar o grupo para, somente assim, poder ser aprovado para a função executiva de presidente.

Ele vem pela indicação do presidente da República Jair Bolsonaro que se indispôs à executiva anterior por conta da oscilação de preço dos combustíveis, movimento que desagradou o governo por gerar reclamação e pressão por parte da população.

Ainda na última sexta-feira (16), a estatal comunicou que o conselheiro Marcelo Gasparino da Silva renunciou ao cargo na companhia. O executivo havia sido eleito por meio de voto múltiplo na assembleia realizada na última quarta-feira.

Conforme a petroleira, a carta de renúncia de Gasparino indica a ação como “irregovável e irretratável”, e destaca que o executivo deixa o cargo “para o qual acaba de ser empossado”.

A Petrobras afirma que o cargo poderá ser preenchido por um substituto eleito pelo conselho de administração até que seja realizada uma nova assembleia geral. Não há obrigatoriedade de convocação de assembleia específica para a eleição.

Petrobras (PETR4): general Luna e Silva deve assumir petroleira hoje

Petrobras

Uma semana antes a toda movimentação da Assembleia, a companhia havia comunicado que seu Conselho aprovou acordo com a União que prevê indenização de US$ 6,4 bilhões pelos investimentos já feitos nas áreas de Sépia e Atapu, que terão seus volumes excedentes na cessão onerosa da Bacia de Santos relicitados pelo governo.

Conforme a Petrobras, são US$ 3,25 bilhões para Atapu e US$ 3,2 bilhões para Sépia. Serão ofertados, respectivamente, 60,5% e 68,7% dos campos no próximo leilão da cessão onerosa previsto para novembro.

Os volumes excedentes serão contratados pelo modelo de partilha de produção. A Petrobras permanece com os volumes originais sob o regime da cessão onerosa.

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