Preços do petróleo caem após forte onda de preocupação do mercado com variante Delta

A ameaça é que a variante se espalhe nos maiores polos econômicos, como os Estados Unidos e a China

O preço do petróleo caiu na última terça-feira (3). Isso porque, as negociações do combustível sofreram com a alta volatilidade do mercado, que se deu devido a uma onda de fortes preocupações com a variante Delta do novo coronavírus (Covid-19).

Dessa forma, os contratos futuros do petróleo do Mar do Norte (Brent) terminaram o dia em queda de 0,66%. Da mesma maneira, o minério do combustível norte-americano (WTI) fechou  0,98% menor.

A ameaça é que a variante Delta se espalhe nos maiores polos econômicos, como Estados Unidos e China. Além disso, estes países são os principais consumidores do combustível natural. Assim, ambas marcas de referência recuaram seus preços em cerca de 3% em um ponto.

Nova disseminação

Na China, a disseminação da variante Delta se encontra na costa, indo para as cidades do interior. Essa questão levou as autoridades a impor medidas rígidas para controlar o possível novo surto.

Além disso, essa nova derivação, ainda nova para os estudos, se mostrou capaz de infectar e provocar doenças graves, mesmo em pessoas já imunizadas.

Vale lembrar que um relatório do governo dos EUA mostrou que a Delta se espalha muito mais rápido. Além disso, tem maior probabilidade de desencadear doenças ainda mais graves nas pessoas não vacinadas.

Atualmente, a variante Delta é a mais perigosa, quando em comparação com todas as outras variantes do coronavírus conhecidas.

Preços do petróleo caem após forte onda de preocupação do mercado com variante Delta
Imagem de representação extração do petróleo

Declaração das autoridades

Anteriormente, o petróleo do Mar do Norte e dos EUA estavam indo bem. Os preços avançaram mais de US$0,60. Dessa forma, o Brent alcançou uma alta de 40% em 2021. Isso auxiliou os lucros das empresas de petróleo.

“Estamos tentando precificar o quão grande será a desaceleração com a variante Delta”, afirmou Phil Flynn, analista sênior do Price Futures Group em Chicago.

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