A elétrica Energisa (ENGI11) informou que sua subsidiária Energisa Pará Transmissora de Energia I concluiu obras de um empreendimento com antecipação de 16 meses em relação à data prevista em contrato para entrada em operação.

O projeto, que compreende linhas de transmissão e subestações no Pará, teve as obras concluídas em 38 meses após a data de outorga, e os investimentos totalizaram cerca de 318 milhões de reais, acrescentou a empresa, em comunicado nesta terça-feira.

Energisa

O empreendimento

O empreendimento entregue pela Energisa Pará I foi arrematado pela companhia em leilão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2017.

A Energisa disse que a linha será operada por sua unidade Energisa Soluções, focada em soluções integradas e serviços, a partir de um centro de operações de transmissão e de seu departamento de operação e manutenção de linhas, ambos em Cataguases, Minas Gerais.

Trimestre

A Energisa divulgou seu boletim operacional com os dados de setembro e do terceiro trimestre de 2020.

Contando os mercados cativo e livre, além do fornecimento não faturado, houve um aumento de 2,7% na energia vendida entre julho e setembro em relação ao mesmo período de 2019.

Somente no mês passado, o crescimento foi de 0,9%, também na comparação anual. Em 9 meses, a companhia acumula queda de 0,6%.

Ao contar somente as vendas faturadas, para clientes cativos e livres, a Energisa registrou um aumento de 0,6% na energia distribuída no trimestre na relação anual. No mês, o aumento foi de 1,3%.

As vendas no mercado livre subiram 11,5% em setembro e 9,5% no trimestre, enquanto no mercado cativo, houve quedas de 0,7% e 1,2%, respectivamente.

Em relação às categorias de clientes, os residenciais tiveram aumento de 5,9% no consumo durante o terceiro trimestre, e de 6,7% em setembro.

Nas empresas, os desempenhos foram impulsionados pelos clientes do mercado livre. O maior crescimento foi no segmento Rural, de 12% no mês e de 9,7% no trimestre.

Os clientes industriais consumiram 4,1% a mais no trimestre, na comparação anual, e 5,1% em setembro. Já o comércio teve queda de 11,4% e 8,1%, respectivamente.

Em relação às regiões, o melhor desempenho no trimestre ficou com o Centro-Oeste, com aumento de 4%, contando também a energia não faturada. A única região que teve queda no período foi o Nordeste, com 0,3%.

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