O Comitê de Estabilidade Financeira do Banco Central (BC, Comef) decidiu nesta terça-feira (1) manter em zero o Adicional Contracíclico de Capital Principal dos bancos, colchão financeiro adicional de segurança das instituições, por pelo menos mais um ano.

Segundo a Reuters, a medida, na prática, mantém folga de capital para as instituições.

Em nota, o comitê disse considerar que o sistema financeiro apresenta resiliência frente aos riscos decorrentes da atual pandemia.

“Os bancos em geral mantêm voluntariamente capital e liquidez em níveis superiores aos requerimentos mínimos prudenciais e sua resiliência é verificada por meio de análises e de testes de estresse avaliados nas reuniões do Comef”, diz a nota divulgada pelo BC.

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BC: nota de R$ 200

O Banco Central informou que lançará, às 13h30 da próxima quarta-feira (2), a nova nota de R$ 200. A cédula, com a imagem do lobo-guará, começa a circular no mesmo dia.

A imagem da foto, no entanto, permanece sob sigilo. O desenho, a cor e as informações de segurança só serão revelados na quarta-feira, quando a cédula entrará em circulação.

Essa será a sétima cédula da família de notas do Real. O Banco Central encomendou à Casa da Moeda a produção, até dezembro, de 450 milhões de cédulas do novo valor.

Essa será a primeira cédula de um novo valor da família do real em 18 anos. A última cédula, a de R$ 20, tinha sido lançada em 2002.

Um ano antes, em 2001, surgiu a nota de R$ 2. No meio tempo, houve a aposentadoria da nota de R$ 1, em 2005.

Objetivos

Conforme o BC, os lançamentos de cédulas têm um mesmo objetivo: diminuir as transações feitas com dinheiro vivo, economizando com impressão de papel moeda.

Outro motivo apontado é a necessidade de fazer frente ao pagamento do auxílio emergencial – estimado em mais de R$ 160 bilhões considerando as cinco parcelas aprovadas.

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