Privatização da Eletrobras (ELET6) é um mau negócio? Descubra porque Guedes afirma o contrário

Um dia após a sanção do projeto que viabiliza a privatização, ministro comenta sua opinião

Em coletiva nesta quarta-feira (15), um dia após a aprovação do projeto que encaminha a privatização da Eletrobras (ELET6), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou existir membros do governo que acreditam que o presidente Jair Bolsonaro perderá votos com a mudança. 

Em contrapartida, Guedes diz que o presidente deve ganhar votos com isso. O Ministro afirma que a população já compreendeu que ocorrerá a privatização. Dessa forma, caso a promessa não for cumprida, haveria perda de votos.

Privatização x Eleições 2022

Para o ministro, as eleições serão diferentes do que estamos acostumados. Além disso, mais do que nunca, haverá uma aliança entre centro-direita, liberal e conservador contra centro-esquerda.  Portanto, ele não vê as eleições como um obstáculo para a privatização da Eletrobras.

Ainda em coletiva, Paulo Guedes acredita que o déficit de R$30 bilhões em arrecadação com a reforma tributária não é um problema do ponto de vista fiscal. Assim, traçou o cenário para as eleições de 2022 em uma disputa entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula.

Uma campanha onde o Lula fala: “estão querendo vender patrimônio do governo”. Porém, eles dizem: “não, em vez de roubar o patrimônio do povo, feito alguns governos faziam, nós queremos dar ao povo o que é do povo”.

Privatização da Eletrobras (ELET6) é um mau negócio? Descubra porque Paulo Guedes afirma o contrário
Ministro da Economia Paulo Guedes

Melhorias com privatização

Além disso, Guedes pontuou sobre os imóveis e estatais da União que estão sem utilização. Principalmente, a fim de defender a venda para usar como recursos para um fundo de erradicação da miséria e promover os “dividendos sociais” para a classe desfavorecida.

“Que tal se o dinheiro da venda da Eletrobras, pelo menos 30%, fosse distribuído para os cidadão mais frágeis brasileiros?”, indagou. “Que tal para alguém que ganha R$ 250  todo mês de Bolsa Família, de repente você dá R$ 3 mil pra ele?”, finalizou.

O Ministro conta que gostaria que a privatização se concretizasse ainda este ano. Entretanto, os dados apontam para o primeiro trimestre de 2022, ano das eleições à presidência.

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