PetroRio (PRIO3): produção de óleo e gás cresce 12,7% em março ante fevereiro

A companhia não detalhou os motivos para a alta na produção

A petroleira brasileira PetroRio (PRIO3) produziu uma média de 33,7 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d) em março, alta de 12,7% ante fevereiro, apontou a companhia em comunicado ao mercado na quarta-feira (7).

No primeiro trimestre, a média de produção foi de 31,3 milhões de boe/d.

A companhia não detalhou os motivos para a alta na produção.

Em contrapartida, a empresa explicou que a produção do campo de Tubarão Martelo, na Bacia de Campos, foi impactada pela parada de um poço de produção, por falha da bomba centrífuga submersa, causando redução da produção em cerca de 1,4 mil barris/dia.

“A bomba, que estava em operação desde o início da produção do campo, aguarda mobilização da sonda Atlantic Zephyr agora chamada Kingmaker para realização de um workover, previsto para ser concluído em maio/junho”, disse a empresa.

PetroRio (PRIO3): produção de óleo e gás cresce 12,7% em março ante fevereiro

PetroRio

A petroleira registrou lucro líquido de R$ 675,8 milhões no quarto trimestre de 2020, queda de 13% ante igual período do ano anterior, em resultado sem IFRS-16.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado na etapa somou R$ 465,1 milhões, alta de 54% na comparação anual, acrescentou a companhia.

A receita total gerada no último trimestre de 2020 foi de R$ 880,03 milhões, 58% maior no comparativo anual.

Em relação ao ano completo de 2020, a empresa reportou lucro líquido de R$ 528,1 milhões, recuo de 41%, e Ebitda ajustado de R$ 876,7 milhões, avanço de 9% frente ao ano anterior, na avaliação sem IRFS-16.

Com IRFS-16, o lucro foi de R$ 452,9 milhões, baixa de 46%, enquanto o Ebitda ajustado subiu 13% para R$ 1,094 bilhão.

Segundo a PetroRio, o resultado do ano passado foi impactado positivamente pelo maior volume de vendas –consequência de um aumento na produção–, a redução dos custos operacionais nos ativos de Frade e Polvo, e os contratos de hedge assinados em janeiro, para proteção do fluxo de caixa das oscilações do petróleo Brent.

A empresa também citou efeitos não-caixa referentes ao ajuste da provisão de abandono do campo de Frade.

“Também é importante destacar o impacto não-caixa da desvalorização do real no resultado financeiro no ano, que foi de R$ 364 milhões”, disse a PetroRio, acrescentando que apesar do impacto contábil no resultado líquido, a queda da moeda local impactou positivamente no Ebitda, já que metade dos gastos são denominados em real e 97% das receitas em dólar.

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