AES Brasil apresenta lucro líquido de R$ 93 milhões no 1º trimestre

O aumento da margem nas fontes hídrica, eólica e solar, associado ao bom desempenho operacional, permitiu à AES Brasil (AESB3) apresentar lucro líquido de R$ 93 milhões no 1T21, resultado 23% maior do que o obtido no mesmo período do ano passado. Já o Ebitda foi de R$ 349 milhões, representando um acréscimo de 12% em relação ao primeiro trimestre de 2020, quando registrou R$ 313 milhões.

O primeiro trimestre de 2021 foi marcado por importantes conquistas em direção ao crescimento acelerado. A Companhia firmou um acordo que garante o suprimento de 1,5 GW em aerogeradores nos próximos anos, assegurando a execução do pipeline de projetos, mostrando mais uma vez seu sólido planejamento e diferencial competitivo.

AES

Além disso, concluiu a aquisição dos Complexos Eólicos MS e Santos (159 MW), ativos operacionais, que já irão contribuir com os resultados da empresa no próximo trimestre. Colaborando com a estratégia de crescimento pautada em PPAs corporativos, a AES Brasil anunciou a assinatura dos dois primeiros contratos de longo prazo, para fornecimento de energia no período de 20 anos para a Ferbasa (80 MW médios) e Minasligas (21 MW médios), do Complexo Eólico Cajuína. Os acordos juntos somam 101 MWm de energia e irão adicionar 211 MW de capacidade eólica instalada ao portfólio da Companhia.

“É com muita satisfação que concluímos um primeiro trimestre excepcional, marcado pela celeridade dos esforços voltados ao crescimento 100% renovável com retorno consistente, apoiado pelos compromissos com o desenvolvimento sustentável dos nossos negócios, com excelência, inovação e responsabilidade”, afirma Clarissa Sadock, CEO da AES Brasil. “Somos hoje a empresa com melhor desempenho ESG do setor de utilities do mercado brasileiro por performance e classificação de risco, de acordo com os mais relevantes índices globais, como o Sustainalytics e MSCI”, conclui Clarissa.

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CCEE

A liquidação voluntária do saldo em aberto referente à liminar GSF junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), no valor de R$ 1,3 bilhão em janeiro, também foi uma grande conquista no 1T21. A iniciativa permitiu à Companhia mitigar o impacto da atualização do passivo pelo IGP-M, não interferindo no lucro.

Também estão entre as conquistas do 1T21 a conclusão do processo de reestruturação societária, com a criação da nova holding AES Brasil Energia S.A., que intensifica a capacidade de crescimento da Companhia, que passou a ser negociada sob o ticker AESB3 no Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa do mercado de capitais brasileiro.

Estratégia

Outra importante iniciativa a fim de sustentar a estratégia de crescimento traçada foi o acordo de investimento, que irá permitir a subscrição de ações preferenciais na Guaimbê Holding, com um aporte de mais de R$ 855 milhões em equity. Este valor irá colaborar com os compromissos financeiros da empresa.

Com forte geração de caixa, a Companhia prevê investir aproximadamente R$ 2,4 bilhões no período de 2021 até 2025, destinados à expansão dos projetos já contratados e com plano de construção definido, com destaque para a construção dos Complexos Eólicos Tucano e Cajuína, e à modernização e manutenção de seus ativos em operação.

Dividendos

A Administração da AES Brasil aprovou a distribuição de R﹩ 68,0 milhões como dividendos intermediários relativos ao 1T21, sendo R$ 0,17036252099 por ação, que correspondem a 73,1% de payout em relação ao lucro líquido e dividend yield de 4,7% (nos últimos 12 meses). A data base para o direito ao recebimento de dividendo (record date) será no dia 10 de maio de 2021 e as ações de emissão da Companhia passarão a ser negociadas “ex-dividendos” a partir do dia 11 de maio de 2021.

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