A Petrobras (PETR4) recebeu propostas vinculantes da 3R Petroleum Óleo e Gás e da Eneva pelo polo de Urucu, localizado na Bacia do Solimões (AM), informou a petroleira na sexta-feira.

“As propostas estão em etapa de avaliação pela companhia, o que subsidiará a sua tomada de decisão acerca dos próximos passos do desinvestimento”, disse a Petrobras em comunicado.

Segundo a Reuters, a companhia afirmou que os valores de propostas pelo polo veiculados na mídia, de 1 bilhão de dólares e de 600 milhões de dólares, “guardam proximidade com as parcelas firmes”.

O polo Uruco compreende conjunto de sete concessões de produção terrestres –Araracanga, Arara Azul, Carapanaúba, Cupiúba, Leste do Urucu, Rio Urucu e Sudoeste Urucu– todas localizadas no Amazonas, nos municípios de Tefé e Coari.

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Caraguatatuba

A Petrobras (PETR4) decidiu interromper o desenvolvimento do projeto de adequação de infraestrutura da Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato (UTGCA), em Caraguatatuba (SP), informou a empresa em fato relevante na sexta-feira.

A estatal citou uma perda na atratividade econômica do projeto, afirmando que a avaliação seguiu premissas de seu novo plano estratégico 2021-2025, anunciado na semana passada, no qual cortou perspectivas de investimentos em 27% frente ao plano anterior.

Com a decisão, as licitações associadas que atenderiam ao projeto também foram canceladas, afirmou a petroleira.

“A Petrobras reforça seu compromisso com a geração de valor de seu portfólio e com sua estratégia”, acrescentou.

Castello Branco

O presidente da Petrobras (PETR4), Roberto Castello Branco, defendeu nesta quinta-feira (3) mudanças nas regras de exploração e produção do petróleo no Brasil, que classifica como pouco atraentes aos negócios. Para ele, o regime de partilha deve ser extinto. Castello Branco participou de bate-papo online do Rio Oil & Gas, o maior evento do setor de óleo e gás na América Latina.

“Acho que o arcabouço regulatório para a exploração de petróleo no Brasil tem que ser modificado”, defendeu Castello Branco. “O contrato de partilha é algo que não tem sentido econômico, não traz nenhum estímulo à eficiência, taxa demasiadamente os produtores de petróleo. Um negócio complicado. O mundo dos negócios não gosta de coisas complicadas, querem coisas claras, transparentes, simples”, disse.

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