BTG Pactual (BPAC11) recomenda ações da Vale (VALE3) com distribuição de US$ 8 bi em dividendos

Após a desvalorização do minério de ferro, o banco estima que a Vale pague dividendos bilionários até o fim de setembro

Recentemente, as ações da Vale (VALE3) passaram por uma queda de quase 20%. A baixa se deve a desvalorização do minério de ferro no mercado internacional. Mesmo assim, o banco BTG Pactual (BPAC11) vê um futuro promissor para os ativos.

De acordo com a instituição, a empresa tem uma forte tendência de pagar dividendos de aproximadamente US$ 8 bilhões até o final de setembro.

“Mesmo se o minério cair abaixo de US$ 100 a tonelada (uma nova correção de 20% sobre o preço atual), a Vale continuaria como uma ação barata. Vemos a empresa gerando um Ebitda de US$ 27 bilhões em 2022, com caixa líquido”, afirmaram os analistas do BTG.

Além disso, os especialistas projetam que o ativo da mineradora alcance cerca de 3 vezes o valor sobre o Ebitda e rendimento do fluxo de caixa livre em 17%.

Recomendação da B3 (B3SA3)

Além da Vale, o BTG Pactual também divulgou que deposita altas expectativas nas ações da Bolsa de Valores (B3).

“Nós decidimos incluir a B3 em nossa carteira recomendada de ações brasileiras e reiterar nossa recomendação de compra ao preço-alvo de R$ 21,00″, afirmou o banco em nota oficial.

De acordo com o BTG, o volume financeiro de agosto apresentou uma melhora considerável. O mesmo em questão diz respeito a R$ 34,031 milhões que foram movimentados na B3 em todos os dias de agosto. Esse valor representa uma alta de 17,3% em relação ao mês de julho.

Vale ressaltar que o número de investidores na Bolsa também subiu. Em comparação, agosto recebeu 1,5% de pessoas a mais do que no mês anterior, algo equivalente a 3.294.212 de CPFs. Além disso, as empresas listadas também aumentaram. Saíram de 449 em julho para 455 em agosto, algo 1,3% a mais.

BTG Pactual: banco recomenda ações da Vale (VALE3) com possibilidade de dividendos de US$ 8 bilhões
Imagem prédio Vale

Fundo de investimento 

O BTG Pactual lançou recentemente um fundo multimercado ligado ao setor de semicondutores, uma matéria-prima escassa no mundo.

De acordo com o banco, a matéria-prima em questão possui alta capacidade de conduzir correntes elétricas, assim como também é um componente essencial na produção de chips utilizados em aparelhos eletrônicos e veículos.

A princípio, o fundo está disponível para qualquer pessoa física que deseja diversificar sua carteira de investimentos. Além disso, o investimento replica um índice cujo a valorização ultrapassou 54% só em 2020.

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