BRB (BSLI4) reporta lucro líquido de R$456 mi em 2020, considerado recorde

O BRB (BSLI4), ou Banco de Brasília, reportou na sexta-feira (12) lucro líquido de R$ 456 milhões em 2020, conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, trata-se de crescimento de 10,5% em relação a igual período de 2019, quando a instituição obteve R$ 412 milhões.

Já o lucro líquido do quarto trimestre de 2020 foi de R$ 137 milhões, alta de 19,8% ante igual período do ano anterior.

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BRB: relatório

Ainda de acordo com o relatório, os bons resultados foram puxados pelo maior volume de negócios, o que se mostra na expansão da carteira de crédito, pelo aumento da margem financeira e por maior relacionamento com clientes.

Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa disse que os executivos tinham uma expectativa de crescimento, mesmo num cenário de desafio. “Nós nos concentramos no crédito, com uma carteira de baixo risco, e sabíamos que tínhamos espaço para crescer em outros negócios, como cartões e seguros, e aumentamos as receitas de prestação de serviços”, frisou.

Segundo ele, o banco soube se preparar e fazer ajustes dentro do cenário adverso causado pela covid-19. “Um desafio grande foi manter a inadimplência sob controle. Trabalhamos muito com a recuperação de créditos e buscamos isso”, destaca. “Fechamos o ano com a inadimplência em 1,7% contra 1,6% em 2019, em um momento como esse.”

BRB: crédito imobiliário

O crédito imobiliário está entre os principais destaques da carteira ampla, que chegou a R$ 16,2 bilhões (aumento de 47,4% em 12 meses), e foi um dos pontos que contribuiu para o resultado positivo. O saldo dessa modalidade foi de R$ 2,5 bilhões. Com isso, o BRB assumiu a liderança no financiamento imobiliário no DF.

Os bons números do banco, assegura o presidente da instituição, têm reflexos diretos em prol da sociedade do DF. Como maior acionista, o Governo do Distrito Federal (GDF) recebe parte dos dividendos. Do lucro de 2020, o total do repasse é de R$ 127 milhões.

“São recursos que vão, diretamente, para o GDF, para que esse dinheiro volte para a população”, afirma Paulo Henrique Costa. “Para sociedade, isso também não é definido somente pelo lucro, mas por um conjunto de coisas. Foram R$ 9,9 bilhões em crédito, aumento de 70,1% em relação ao ano anterior. Com isso, a gente ajuda a estimular a economia, permitindo que as pessoas consigam objetivos e gerem emprego e renda. Nos programas sociais, a gente leva melhora para a condição das pessoas”, destacou.

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