Consórcio segue no gosto do brasileiro e atinge R$55,24 bi no 1T22

Sistema completa 60 anos e fica com alta em 12% no período

O Sistema de Consórcios ganhou força no primeiro trimestre de 2022, com aumento de 12,0% no total de vendas de novas cotas, saltando de 791,43 mil em 2021 para 886,34 mil no acumulado de janeiro, fevereiro e março.

Também os negócios, resultantes dessa somatória, atingiram R$ 55,24 bilhões naqueles três meses, 15,3% maior que o anotado no mesmo período no ano passado, quando chegou a R$ 47,93 bilhões.

“Passados três meses de 2022, as prévias projeções para um crescimento conservador do Sistema de Consórcios vêm se confirmando e retratam a continuidade das boas performances verificadas em 2021”, justifica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

Depois de bater recorde histórico de participantes ativos em fevereiro último, ao cravar 8,51 milhões, o Sistema de Consórcios superou a marca em março, assinalando um novo e inédito total: 8,54 milhões. Este volume mostrou alta de 7,7% sobre 7,93 milhões obtidos no mesmo mês de 2021.

O tíquete médio de março acompanhou os aumentos dos demais indicadores, elevando-se em 7,0%, subindo de R$ 60,13 mil, daquele mês em 2021, para os atuais R$ 64,34 mil.

No acumulado de contemplações do trimestre, houve avanço de 16,0%, evoluindo de 310,40 mil do ano passado para 360,16 mil totalizados este ano. Os correspondentes créditos disponibilizados, relativos ao acumulado de janeiro, fevereiro e março, também apresentaram crescimento, com R$ 15,87 bilhões, 10,5% acima dos R$ 14,36 bilhões anteriores.

“Ao superar a maior marca anotada em fevereiro último, chegou a inéditos 8,54 milhões de participantes ativos em março, com quase 900 mil novas cotas comercializadas, ratificando o comportamento de escolha do consumidor pelo planejamento de suas finanças pessoais, tendo como base a essência da educação financeira”, complementa Rossi.

Consórcios por Segmento

Na estimativa dos créditos concedidos e potencialmente injetados nos mercados automotivo e imobiliário, observou-se que o segmento marcou 42,2% de potencial presença no setor de automóveis, utilitários e camionetas. No setor motociclístico, houve 60,2% de possível participação, enquanto no de veículos pesados, a relação para os caminhões foi de 34,1%.

No acumulado de janeiro e fevereiro do segmento imobiliário, as contemplações representaram potenciais 12,8% de participação no total de imóveis financiados, incluindo os consórcios.

Do total de vendas de cotas do trimestre, 886,34 mil de adesões, a distribuição setorial ficou assim: 351,79 mil de veículos leves; 284,29 mil de motocicletas; 136,17 mil de imóveis; 53,41 mil de veículos pesados, 45,22 mil de eletroeletrônicos; e 15,47 mil de serviços.

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