FECHAMENTO: Inflação foi o peso do dia

Ibovespa ficou em alta de 1,25% aos 104.396

Os indicadores de inflação de diversos países ficaram entre os pontos de atenção nos mercados de ações. Com isso, as principais bolsas ficaram sem direção única, mas com o pior desempenho para Wall Street.

O índice de preços para todos os consumidores urbanos – CPI dos Estados Unidos, bem como da China, da Alemanha e do Brasil, despertaram o alerta para mais pressões monetárias.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a puxada inflacionária vem levantando dúvidas. Os analistas estão tentando entender se os números estão relacionados aos benefícios concedidos pelo governo americano durante a pandemia, ou se de fato a inflação é resultado de preços elevados.

Enquanto isso, na Ásia, a disposição para as compras no mercado chinês ocorreu com a “política zero” para a Covid-19 surtindo efeito. Os lockdowns impostos por Pequim já estão aliviando o avanço da doença.

De volta aos mercados, a bolsa de Nova York fechou em queda. As da Europa recuperaram as perdas. Os mercados asiáticos ficaram sem direção. A bolsa brasileira ganhou força.

O dólar seguiu fazendo frente ao real.

Acompanhe o resumo dos mercados acionários

Ásia: o Kospi, bolsa de Seul, ficou em queda de 0,17% aos 2.592. O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em queda de 0,15% aos 54.088.

Europa: o DAX-30, bolsa de Frankfurt, subiu 2,17% aos 13.828. O CAC-40, Paris, ficou em alta de 2,50% aos 6.269.

Estados Unidos: o Dow Jones ficou em queda de 1,02% aos 31.834. O S&P caiu 1,65% aos 3.935. O Nasdaq caiu 3,18% aos 11.364.

Brasil: o Ibovespa ficou em alta de 1,25% aos 104.396.

Moedas: o dólar fechou valorizado em 0,21% aos R$5,145 para a venda. O turismo ficou em queda de 0,18% aos R$5,335 para a venda.

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