Europa recupera do “tombo” com a alta de Wall Street

Rússia endurece e corta o fornecimento de gás para a Polônia e Bulgária

A recuperação nos mercados de ações da Europa ocorreu na carona com Wall Street. Os balanços financeiros de gigantes de tecnologia não decepcionaram, pelo menos por enquanto. Porém, a decisão da Rússia em cortar a distribuição de gás para a Polônia e a Bulgária ficou entre os pontos de atenção.

Índices Europeus:

O Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,73% aos 444.31 pontos. O FTSE100, bolsa de Londres, ficou em alta de 0,53% a 7.425. O FTSE MIB, bolsa de Milão, ficou em alta de 0,63% aos 23.830. O CAC-40, Paris, em alta de 0,48% aos 6.445. O DAX-30, bolsa de Frankfurt, subiu 0,27% aos 13.793. O Ibex 35, bolsa de Madri, ficou em alta de 0,46% aos 8.477. O PSI-20, bolsa de Lisboa, subiu 0,42% aos 5.886.

No índice pan-europeu, as ações das mineradoras recuaram sob os efeitos dos preços do minério de ferro negociado na China.

A partir de hoje, a Polônia e a Bulgária não vão mais receber o gás da Rússia. A companhia Gazprom cortou a distribuição por conta de um decreto de Vladimir Putin. No começo de março, o presidente endureceu e exigiu que todos produtos vendidos para países “hostis às manobras especiais na Ucrânia” fossem pagos em rublos.

Diante das sanções impostas pela Polônia e pela Bulgária, juntamente com dezenas de países contra a Rússia, o decreto não foi cumprido. Os dois governos garantem que o fornecimento de gás será mantido, já que houve uma preocupação em criar fontes alternativas de energia.

Na Alemanha, um indicador relevante da economia acabou preocupando. O GfK Consumer Climate Study mostrou que a confiança do consumidor caiu forte em abril, ou seja, pelo segundo mês consecutivo. As expectativas econômicas e de renda, juntamente com a propensão a comprar, diminuíram visivelmente.

O GfK está prevendo queda em 26,5 pontos para o sentimento do consumidor em maio. O recuo é de 10,8 pontos em relação a abril deste ano (revisado de -15,7 pontos). A projeção dos analistas apontava para queda de 16,7 pontos.

Por fim, no Reino Unido, as vendas no varejo caíram em abril, mas no mesmo nível do mês anterior, queda de 24% de -23% em março. A Confederação Britânica da Indústria prevê números ruins em maio. Os volumes de vendas no varejo caíram rapidamente no ano até abril, menos 35% da alta de 9% em março. A média de longo prazo é alta em 18%.

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