Dólar recua e volta para os R$5,25; o DXY cai em Nova York

Turismo ficou em queda de 1,35% aos R$5,458 para a venda

O dólar renovou a queda pela terceira sessão consecutiva. A euforia tomou conta dos mercados depois da decisão do Federal Reserve em elevar as taxas de juros dos Estados Unidos. A alta de 0,75% já estava precificada e o avanço correspondeu à magnitude do último movimento do banco central americano em junho, que foi o maior aumento da taxa em uma única reunião desde 1994.

O Fed agora se move em quatro reuniões consecutivas para aumentar os custos de empréstimos, cuja a meta é de combater a maior inflação desde o início dos anos 80. As taxas de empréstimo de curto prazo estão agora entre 2,25% e 2,50%, comparáveis ​​aos níveis de 2019.

Ao final, no interbancário, o dólar fechou em queda de 1,84% aos R$5,251 para a venda. O turismo ficou em queda de 1,35% aos R$5,458 para a venda.

O euro ficou em queda de 1,03% aos R$5,359 para a venda. A libra esterlina recuou 0,91% aos R$6,385 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 2,05% aos R$0,040 para a venda.

Cenário Externo
Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes frente ao dólar americano, ficou em queda de 0,70% a 106.44 pontos.

O preço do ouro subiu 0,92% a US$1,733,50 a onça.

O euro subiu 0,81% a US$1,0199 e a libra ficou subiu 1,06% a US$1,2157.

O Bitcoin subiu 8,62% a US$22.723,20.

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