Dia volátil e dólar recua 0,61%

Turismo caiu 0,46% aos R$5,619 para a venda

O dólar fechou a sessão em queda nesta quarta-feira. A inflação dos Estados Unidos veio alta, mas sem surpresas para o mercado cambial. Com isso, as apostas de uma pressão monetária por parte do Federal Reserve ficaram ainda mais elevadas.

A puxada da inflação americana foi a maior desde 1980, com o índice atingindo 9,1% em 12 meses e 1,3% em junho. No mês anterior, a alta foi de 1,0%.

Hoje, o euro ficou perto do dólar pelo segundo dia consecutivo, naquele movimento que não ocorria desde sua criação há 20 anos.

Na bolsa de Nova York, o DXY atualizou sua alta também de 20 anos no dia anterior, mas acabou corrigindo nesta sessão (ver abaixo).

Por aqui, no interbancário, o dólar fechou em queda de 0,61% a R$5,406 para a venda. O turismo caiu 0,46% aos R$5,619 para a venda.

“O CPI dos Estados Unidos veio muito pior que o esperado e o mercado até poderia colocar na conta a desvalorização da moeda. Mas acho que está havendo um ajuste de ontem, porque era esperado um número alto e o mercado antecipou esse movimento”, analisou a economista-chefe do Banco Ourinvest, Fernanda Consorte, para o 1Bilhão.

Sobre o cenário doméstico e o comportamento do dólar, a economista cita as votações no Congresso. “Na PEC dos benefícios, como foi colocada na conta anteriormente, o mercado acabou realizando no fato. Resumindo: o dia foi de muita volatilidade”, concluiu.

O euro recuou 0,44% aos R$5,436 para a venda. A libra caiu 0,72% aos R$6,426 para a venda. O peso argentino caiu 0,8% a R$0,042 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes frente ao dólar americano, ficou estável a 108.02 pontos.

O ouro subiu 0,46% a US$1,732,70 a onça.

O euro subiu 0,26% a US$1,0066 e a libra ficou estável a US$1,1890.

O Bitcoin reagiu em  0,72% a US$19,654,91.

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