Ásia fica sem direção; China despenca

Xangai ficou em queda de 1,27% aos 3.313

Os mercados de ações da Ásia fecharam sem direção única nesta segunda-feira. Os investidores acompanharam os piores desempenhos das bolsas chinesas em quase dois meses. Já no Japão, a eleição do final de semana ficou no radar, com as ações subindo.

Índices da Ásia
O índice Xangai ficou em queda de 1,27% aos 3.313 e o Shenzhen Composite ficou em queda de 1,47% aos 2.187. O Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 1,11% aos 26.812 o índice Topix ficou em alta de 1,44% a 1.914. O Kospi, bolsa de Seul, ficou em queda de 0,44% aos 2.340. O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em queda de 0,16% aos 54.395. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 1,14% aos 6.602.

Na China, os índices CSI 300 e Hang Seng encerram em baixa depois que Xangai reportou seu primeiro caso da subvariante BA.5 da Ômicron. O lockdown permanece forte.

Já o órgão regulador do mercado de capitais impôs novas multas sobre as empresas de tecnologia por não cumprirem as regras antimonopólio. Na bolsa de Hong Kong, que é forte financeiro do país, o Alibaba viu a queda em 5,8% e a Tencent acompanhou recuando 2,9%.

Por fim, o índice de Preços ao Produtor da China subiu 6,1% em junho, no comparativo com o mesmo mês do ano passado, depois de uma alta de 6,4% em maio. Os dados são do Departamento Nacional de Estatísticas.

No Japão, o primeiro-ministro Fumio Kishida disse que está determinado a trabalhar na emenda à Constituição e com outras questões políticas prioritárias seguidas pelo ex-premiê Shinzo Abe, que foi morto a tiros na semana passada. Kishida fez declaração depois da vitória do Partido Liberal Democrático (PLD) na eleição para a Câmara Alta realizada no fim de semana.

Com apoio da NHK do Japão

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