Ásia fica sem direção; bancos centrais ficam no radar

Xangai ficou em queda de 0,25% aos 3.356

O fechamento da semana nos mercados de ações da Ásia foi morno, com as bolsas de ações sem direção única. O radar permanece na China, com as tensões geopolíticas e também os casos de Covid-19.

Índices da Ásia

O índice Xangai ficou em queda de 0,25% aos 3.356 e o Shenzhen Composite ficou em queda de 0,35% aos 2.219. O Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,10% aos 26.517 o índice Topix ficou em alta de 0,27% a 1.887. O FTSE Straits, bolsa de Singapura, ficou estável 0,06% aos 3.131. O Kospi, bolsa de Seul, ficou em alta de 0,70% aos 2.350. O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em alta de 0,56% aos 54.481. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,45% aos 6.678.

Pequim segue monitoramento a Covid-19, com mais medidas restritivas. As preocupações estão elevadas, já que os programas para o aquecimento econômico estão em curso.

Hoje, o Banco do Povo da China cortou a injeção diária de recursos para 3 bilhões de iuanes, com operações a mercado aberto.

No Japão, segundo o Banco Central, o saldo da conta corrente subiu em maio. Porém, o valor caiu mais de 90% no comparativo anual. A justificativa ficou por conta dos custos de energia.

Na preliminar, o superávit de maio foi de 128 bilhões de ienes (US$ 940 milhões), queda de quase 93% em termos de iene em relação ao mesmo mês do ano passado. O déficit comercial foi de quase 2 trilhões de ienes, ou quase US$ 14 bilhões.

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