Ásia encerra no vermelho: PMI da China surpreende

Xangai ficou em alta de 1,10% aos 3.398

As bolsas de ações da Ásia devolveram os ganhos nesta última sessão do mês. Embora em queda, os índices da China reagiram aos dados do setor manufatureiro. Ao mesmo tempo, a flexibilização com a redução dos casos de Covid-19 também ajudou os mercados chineses a encerrar junho como um dos melhores nos últimos dois anos

Índices da Ásia

O índice Xangai ficou em alta de 1,10% aos 3.398 e o Shenzhen Composite ficou em alta de 1,35% aos 2.224. O Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 1,54% aos 26.393 o índice Topix ficou em queda de 1,20% a 1.870. O FTSE Straits, bolsa de Singapura, ficou em queda de 1,04% aos 3.102. O Kospi, bolsa de Seul, ficou em queda de 1,91% aos 2.332. O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou estável aos 53.0,18. O Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 0,62% aos 21.859. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,86% aos 6.763.

A China divulgou o PMI de Manufatura. A atividade expandiu pela primeira vez em quatro meses, depois que as autoridades encerraram o bloqueio em Xangai. O índice oficial de Gerentes de Compras de manufatura (PMI) subiu para 50,2 em junho, de 49,6 em maio, e abaixo da previsão de 50,6 marcando a primeira expansão desde fevereiro, mostraram dados do Departamento Nacional de Estatísticas.

No Japão, o índice do setor imobiliário recuou 4,3% em junho, depois da alta 2,23% no mês anterior, e distante da expectativa de alta de 1,7%. Os dados são Ministério da Terra.

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