Dólar avança 2,3% aos R$4,990 com pressão externa

Turismo ficou em alta de 1,97% aos R$5,170 para a venda

O dólar fechou em alta nesta terça-feira, com a especulação do investidor para os ativos mais seguros. A moeda fez pressão sobre o real com a divulgação do Boletim Focus, Banco Central do Brasil. O relatório veio com pistas de que a autoridade monetária está desistindo de conter a escalada de alta da taxa básica de juros, a Selic.

Os analistas também destacaram o cenário externo. O temor de uma desaceleração da economia global, com a China ensaiando um novo lockdown por conta da Covid-19 e com o conflito no Leste Europeu, acabou pesando no comportamento das moedas. Os dois fatores sugerem que a pressão inflacionária poderá aumentar e, ao mesmo tempo, promover uma alta mais forte nos juros pelos demais bancos centrais.

Na bolsa de Nova York, as moedas europeias perderam tração e o índice de dólar ficou acima dos 100 pontos.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou em alta de 2,36% aos R$4,990 para a venda. O turismo ficou em alta de 1,97% aos R$5,170 para a venda.

O euro subiu 1,66% aos R$5,311 para a venda. A libra subiu 0,97% aos R$6,280 para a venda. O peso ficou em alta de 2,21% a R$0,043 para a venda.

Cenário Externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em alta de 0,57% aos 102,34 pontos.

O euro ficou em queda de 0,68% a US$ 1.0638 e a libra ficou em queda de 1,27% a US$1.2580.

O ouro ficou em alta de 0,44% a US$ 1.904,30 a onça.

O Bitcoin ficou em queda de 5,35% a US$38,024,94.

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