FECHAMENTO: Junho termina vermelho

Ibovespa fechou em queda de 1,08% aos 98.541 pontos

Junho fechou vermelho nos mercados de ações. O mês foi marcado por decisões de bancos centrais, com propostas para conter o avanço da inflação global.

Os indicadores econômicos, a guerra na Ucrânia, os preços das commodities, as ameaças da Rússia contra o mundo e o retorno da China também pesaram no sentimento do investidor.

No fechamento do primeiro semestre de 2022, o que se viu foram os índices das principais bolsas de valores amargando perdas significativas, em especial Wall Street.

Para hoje, os índices de Nova York recuaram. Na Europa, os pesos pesados também fecharam em campo negativo. A Ásia fechou em queda, com apenas as bolsas da China ficando com ganhos. A bolsa brasileira, no entanto, perdeu 11,5% no mês, mas caiu menos que as demais no primeiro semestre.

O dólar subiu 10,14% no mês, mas a desvalorização foi de 6,11% no semestre.

A falta de apetite ao risco derrubou o Bitcoin em 1,17%  para menos de US$ 19.000. Essa foi a maior desvalorização no primeiro semestre da história.

Hoje, o ouro caiu 0,6% e estendeu a queda no mês de junho para 2%, com o preço do metal ficando no nível mais baixo desde fevereiro (ver em Moedas).

Acompanhe o resumo dos mercados

Ásia: o FTSE Straits, bolsa de Singapura, ficou em queda de 1,04% aos 3.102. O Kospi, bolsa de Seul, ficou em queda de 1,91% aos 2.332.

Europa: o CAC-40, bolsa de Paris, caiu 1,80% aos 5.922 pontos. O DAX-30, bolsa de Frankfurt, ficou em queda de 1,69% aos 12.783 pontos.

Estados Unidos: o Dow Jones recuou 0,82% aos 30.775 pontos. O S&P ficou em queda de 0,88% aos 3.785 pontos. O Nasdaq caiu 1,33% aos 11.028 pontos.

Brasil: o Ibovespa fechou em queda de 1,08% aos 98.541 pontos.

Moedas: o dólar ficou em alta de 0,81% aos R$5,235 para a venda. O turismo ficou em queda de 0,64% aos R$5,445 para a venda.

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