FECHAMENTO: Covid-19 assusta na China e derruba mercados

Dólar ganha força sobre o real depois de dois meses

Os investidores dos mercados de ações mantiveram as atenções nas informações vindas da China sobre o coronavírus. O governo chinês estava tentando manter a política zero de Covid-19 e, ao contrário, já estuda novo lockdown.

De acordo com a plataforma da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos,  no levantamento desta segunda-feira (20h25 – horário de Brasília), o total de casos no mundo estava em 509.913.810, com o número de óbitos em 6.219.997 e o grupo de pessoas vacinadas em 11.246.256.632.

A China estava com 2.041.365 casos, com 14.043 óbitos e 3.331.771.000 vacinados. A plataforma mostrou que nos últimos 28 dias, os casos de Covid-19 estavam em 683.094, com as mortes em 2.084 e pessoas que receberam as doses das vacinas em 84.147.000.

O mercado também está ajustando posições pela proximidade da reunião do Federal Reserve, com os membros do Comitê de Mercado Aberto – FOMC em período de silêncio. Ainda por lá, os balanços das empresas de tecnologia também são bem aguardados.

Do lado corporativo, o grande destaque foi a compra do Twitter pelo bilionário Elon Musk. A transação estimada em US$44 bilhões (perto de R$214 bilhões) chacoalhou os mercados. Lembrando que o negócio ainda precisa de aprovação de órgãos reguladores dos Estados Unidos, mas mesmo assim Wall Street voltou para o azul.

Na Europa, as bolsas de ações fecharam no vermelho. O ponto de atenção ficou com a reeleição do presidente da França Emmanuel Macron, que venceu novamente a candidata de extrema-direita Marine Le Pen. Entretanto, o presidente vai mesmo poder implementar suas políticas a partir das eleições legislativas marcadas para junho.

Na Ásia, a China ficou no foco central. Além dos casos de Covid-19, a precaução se dá com as commodities. A fraca demanda derrubou os preços do minério de ferro.

E, por fim, o Ibovespa não conseguiu fechar no azul, mas reverteu parte das perdas na carona com Wall Street. O front político ainda não está pesando nas negociações da bolsa brasileira.

O dólar ganhou força sobre o real.

Acompanhe o resumo dos mercados acionários

Ásia: o índice Xangai ficou em queda de 5,13% aos 2.928. O Shenzhen Composite ficou em queda de 6,48% aos 1.790. O Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 3,73% aos 19.869.

Europa: o DAX-30, bolsa de Frankfurt, caiu 1,54% aos 13.924. O Ibex 35, bolsa de Madri, ficou em queda de 0,90% aos 8.574. O PSI-20, bolsa de Lisboa, caiu 1,04% aos 5.940.

Estados Unidos: o Dow Jones subiu 0,70% aos 34.049. O S&P ficou em alta de 0,57% aos 4.296. O Nasdaq subiu 1,29% aos 13.004.

Brasil: o Ibovespa ficou em queda de 0,35% aos 110.684 pontos. O índice financeiro ficou em queda de 0,43% aos 10.716 pontos. O índice de materiais básicos ficou em queda de 0,64% aos 5.739 pontos.

Moedas: a moeda ficou em alta de 1,47% aos R$4,875 para a venda. O turismo ficou em alta de 2,03% aos R$5,070 para a venda.

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