Dólar emenda a semana em alta de 2% e fecha aos R$4,805

BCB coloca US$571 milhões no mercado à vista

O dólar voltou a ganhar fôlego sobre o real nesta sexta-feira. Além disso, a divisa americana ganhou tração na semana em 2,31%.

Nesta sessão, a puxada foi a maior desde fevereiro de 2020, segundo analistas, e ainda sob a influência das declarações de membros dos bancos centrais.

Hoje, o Banco Central do Brasil – BCB fez uma intervenção e anunciou o primeiro leilão de venda de dólar spot. Foram disponibilizados US$571 milhões no mercado à vista.

Ainda sobre o BCB, os investidores acompanharam a fala de Roberto Campos Neto sobre a política monetária brasileira durante a conferência do Fundo Monetário Internacional – FMI, Estados Unidos. Campos Neto disse que o fim do aperto monetário pode estar perto.

Ontem, no mesmo evento, o tom mais duro do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, acabou azedando o humor de Wall Street e também nesta sexta-feira.

Na bolsa de Nova York, o índice de dólar ficou acima dos 100 pontos.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou em alta de 4,00% aos R$4,805 para a venda. O turismo ficou em alta de 3,78% aos R$4,969 para a venda.

O euro subiu 3,43% aos R$5,187 para a venda. A libra subiu 2,5% aos R$6,168 para a venda. O peso ficou em alta de 3,85% a R$0,042 para a venda.

Cenário Externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em alta de 0,54% aos 101,12 pontos.

O euro ficou em queda de 0,34% a US$ 1.0798 e a libra ficou em queda de 1,55% a US$1.2831.

O ouro ficou em alta de 0,74% a US$ 1.933,70 a onça.

O Bitcoin ficou em queda de 3,13% a US$39,521,56.

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