Conheça 4 investimentos de baixo risco para perfis conservadores

Investimentos de baixo risco são aqueles que dão mais garantia ao investidor de manter o seu patrimônio

Os investidores conservadores normalmente optam por investimentos com menores riscos e a longo prazo. Portanto, eles detém mais chances de construir um grande patrimônio.

Isso porque os outros perfis de investidores preferem estratégias mais arriscadas e a curto prazo, que visam enriquecer rapidamente. Sendo assim, investimentos de baixo risco são aqueles que dão mais garantia de manter o patrimônio sem qualquer variação no valor inicial.

Pensando nisso, selecionamos 4 tipos de investimentos ao perfil de investidor conservador:

1 – Tesouro Direto

Em primeiro lugar, a opção Tesouro Direto, que foi constituída pelo governo nacional, deixa que os investidores façam aplicações em Títulos Públicos. Ou seja, ao investir, eles emprestam capital ao Estado em troca de rentabilidade. 

Com baixíssimo risco, esta opção pode ser a porta de entrada para qualquer pessoa investir o seu capital. Uma vez que não é necessário grandes aportes, oferecendo baixos riscos de prejuízo. Entre os tipos nessa modalidade, existem o Tesouro Prefixado, Tesouro Selic e Tesouro IPCA.

2 – Certificados de Depósito Bancário (CDBs)

Em resumo, o Certificado de Depósito Bancário é uma alternativa de renda fixa que representa um empréstimo a uma instituição financeira, que opera com esse capital para financiar suas operações. 

Desse modo, a rentabilidade do investidor é calculada em cima do empréstimo, que muda de acordo com o aporte e o tempo. Sendo assim, essa opção detém dois tipos de rentabilidade, que varia entre os rendimentos prefixados e pós-fixados.

Ou seja, em CDBs prefixados, o investidor terá acesso ao valor da rentabilidade logo no momento que inicia a aplicação. Já no pós-fixados, o investimento sempre estará ligado a um índice do mercado, como a taxa CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Investimentos para conversadores

3 – Fundos imobiliários (FIIs)

Os fundos de investimentos imobiliários (FIIs) são um dos tipos de aplicações mais comuns no país. Para os analistas, estes possuem menos risco, posto que costumam obter um rendimento ordinário. 

Nesse sentido, os FIIs são especializados em ativos imobiliários como, por exemplo, compras ou construção de prédios comerciais, shoppings, entre outros. Diferentemente das ações listadas na B3, o acionista apenas adquire cotas do fundo.

No entanto, com a alta valorização do mercado de FIIs, é fundamental que o investidor compreenda a diferença entre os fundos de tijolo (de renda) e os de papel (recebíveis).

4 – ETFs

Em suma, os ETFs são fundos de gestão passiva, que acompanham o retorno de índices de referência. Dessa maneira, eles podem seguir o Ibovespa, o maior índice da Bolsa brasileira, ou outros indexadores.

Esta alternativa é muito recomendada aos novos investidores da B3, que podem fazer aplicações mínimas por unidade. Entretanto, o investidor deve ter uma conta em uma corretora de valores antes.

Vale ressaltar que o capital aportado em ETFs estão sujeitos a cobrança de taxas de administração e desconto de 15% sobre o ganho de capital, assim como acontece em ações tradicionais.