Por que o BERNARDINHO (ex-técnico) INVESTE em DYNAMO, BODYTECH e AÇÕES mas NÃO em BITCOIN (BTC)?

Bernardo Rocha de Rezende, mais conhecido como Bernardinho, foi jogador e treinador de vôlei, além de economista, investidor e empresário. Bernardinho foi um dos maiores treinadores e campeões do vôlei, acumulou mais de 30 títulos em 22 anos.

Dirigiu as seleções brasileiras e masculinas neste tempo. Recentemente, o ex-técnico participou palestrando do evento realizado pelo Grupo Laatus, Laatus Summit 360º.

Após sua palestra, que fechou o evento, Bernardinho concedeu uma entrevista exclusiva para o Canal de YouTube 1Bilhão Educação Financeira. Durante o bate-papo, o Financista do Canal, Fabrizio Gueratto, questionou o empresário sobre seus investimentos, locais onde não colocaria o seu dinheiro, entre outros temas.

“Para mim, a primeira curiosidade foi saber que você é economista, acho que pouca gente sabe dessa informação”, diz o Financista Fabrizio Gueratto. Bernadinho explica que é economista, formado pela PUC do Rio de Janeiro.

“A informação está correta. Atualmente, eu dou aula na área de empreendedorismo também, uma matéria chamada Liderança Empreendedora. Estar na graduação tem sido uma experiência fantástica”, comenta Bernardinho.

Como Bernardinho investe?

O Financista pergunta lá o ex-técnico sobre onde estão alocados os seus investimentos. “A minha história com os investimentos começou no início da minha vida profissional. Eu e um amigo meu compramos um apartamento. Então o meu primeiro investimento foi ali”.

Empresas

Bernardinho conta que após isso começou a se interessar por ter parte de empresas. “Quando eu já tinha o meu primeiro investimento, passei para as ações. Eu ainda não tinha muitos recursos, mas já continha mais conhecimento sobre economia. Foi quando passei a conhecer fundos. Sempre gostei mais da área de ações, fundos, algo voltado para produção efetiva e não só de defesa do patrimônio”, explica o ex-técnico e empresário.

Ações

“Não é que eu seja de um perfil arrojado, mas eu acredito que boas ações e bons papéis tenham potencial. É necessário acreditar que a economia do Brasil vai andar, irá seguir. Por exemplo, as empresas que contém os fundamentos corretos vão dar certo ao longo do tempo. Mas além disso, eu acredito muito em pessoas e gestão. Por isso, eu invisto em alguns fundos de ações, mas isso eu falo de alguns anos já. Por exemplo, eu tenho Dynamo, mas ainda não tenho o Alaska Black do Henrique Bredda, que estava palestrando no Summit também”, diz Bernardinho.

O empresário explica que quando começou a ter mais recursos entrou de fato no “mundo real”. “Foi quando eu comecei a empreender, por isso digo mundo real. Pois passei a me tornar sócio de empresas de outra maneira. Entrei numa rede de restaurantes, o Delírio Tropical, que na época era somente um, hoje já são 10. Na rede de academias Bodytech também. Tenho uma participação em uma empresa de cursos online, a EduK”.

O Financista do Canal brinca questionando o empresário se o curso ‘Sem Dívidas em 7 Dias também estará na plataforma. Bernardinho explica que na EduK estão presentes cursos de diversas áreas. “Além disso, invisto também em uma marca de bicicletas, de alimentos congelados e uma de móveis para casa. Acredito que eu invisto em gente, não necessariamente em marcas”, comenta o ex-técnico.

Por que Bernardinho não investiria em criptomoedas?

Fabrizio Gueratto pergunta então onde Bernardinho não investiria de maneira nenhuma. “Criptomoeda, pois eu tenho zero conhecimento. Hoje eu digo não, já que é um mercado de muitas inseguranças. Para mim, o grande elemento são pessoas, atitudes, egos bem trabalhados, isso é um campo fértil para mim. Ainda é algo que levo muito em conta”, explica Bernardinho sobre não investir em Bitcoin e não ter curiosidade de entrar nesse segmento.

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