Deputado gasta R$ 132 mil com Correios e distribui até livros próprios

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) gastou R$ 132.329,63 de cota parlamentar com serviços postais (Correios) no ano passado, em meio à crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus.

Em valores nominais, a cifra é a maior registrada desde 2016, quando a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) gastou R$ 136.665,47. Naquele mesmo ano, o então deputado federal Jair Bolsonaro (sem partido) havia usado R$ 97.724,70 com serviços postais.

Os dados, disponíveis no site da Câmara, foram analisados pelo (M)Dados, núcleo de análise de grande volume de informações do Metrópoles.

Ao Metrópoles, Patriota reconheceu o elevado gasto e disse que usa frequentemente o serviço dos Correios para divulgar e enviar livros de autoria própria, como o “Reforma da Previdência Social Não!” e uma seleção de artigos.

Ele disse também enviar exemplares do código penal e da Constituição para estudantes no interior de Pernambuco. E se assustou ao saber que, segundo ele, os Correios estaria cobrando mais de R$ 60 por livro.

Não foi o primeiro ano, contudo, que o deputado destina boa parte da verba pública para a área. Em 2019, ele gastou outros R$ 83.124,49 nos Correios.

Adepto a pautas da esquerda, Gonzaga Patriota adiantou que, devido à alta cobrança feita pelos Correios, deverá mudar sua posição e se mostrar a favor da privatização da estatal. “Atendo centenas de pedidos por mês”, disse.

Após Gonzaga Patriota, os dois parlamentares que mais gastaram com serviços postais em 2020 foram Subtenente Gonzaga (PDT-MG), com R$ 107.532,70, e o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ), com R$ 80.469,82.

Juntos, os três deputados destinaram R$ 324.667,99 da cota parlamentar em serviços postais. O montante equivale a um quarto (25,4%) do total gasto em Correios por todos os parlamentares da Casa no ano passado, que foi de R$ 1,276 milhão.

O valor computado em 2020, no entanto, é inferior ao de 2019. Segundo o site da Câmara, foram gastos R$ 1,922 milhão ao longo do ano passado com o serviço do Sedex.

Os gastos registrados no ano passado, no entanto, podem mudar até final de março de 2021, uma vez que os parlamentares têm 90 dias contados a partir do gasto para apresentar nota fiscal e pedir ressarcimento.

Procurado, o deputado Subtenente Gonzaga, segundo no ranking, disse ter raciocinado bastante, no final do ano, para fazer a despesa.

Ele relatou ter impresso cerca de 100 mil informativos, cada um com 16 páginas, e os enviados via Correios a policiais militares, bombeiros e aposentados de Minas Gerais, reduto eleitoral do deputado, como uma forma de prestação de contas. Veja um exemplar, em arquivo PDF:

Jornal Gonzaga 2020 by Tácio Lorran on Scribd

“Confesso que raciocinei muito para fazer essa despesa no final do ano e mandei uma remessa desses informativos para os endereços dos militares. Entendi que seria importante”, justificou o subtenente, ao Metrópoles.

“Eu usei todas as ferramentas. Usei o e-mail – mas a base de dados de e-mail é muito defasada, menor do que a dos endereços – e rede social também”, complementa.

Por sua vez, o deputado Hélio Lopes, terceiro no ranking, esclareceu, por meio do chefe de gabinete dele, que o gasto se refere a, também, uma prestação de contas anual do mandato.

“[O deputado] economiza durante todo o ano, não gasta com publicidade, não gasta com pareceres externos, não tem contratado nenhuma firma para que possa mandar essa prestação de contas”, alegou o assessor parlamentar.

“No ano de 2020 foram 39 mil correspondências ao preço de R$ 2,05 cada”, disse. Confira o exemplar:

Questionado se o parlamentar poderia considerar realizar a prestação de contas em rede social, uma vez que é mais barata, o assessor disse que “quem deseja receber por e-mail recebe por e-mail, quem opta por correspondência recebe por correspondência, e ela sempre fica disponível nas redes sociais”.

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Estudo aponta que emendas parlamentares não são só moeda de troca

Um estudo recém-publicado na Revista Brasileira de Ciência Política mostra que, apesar da visão negativa sobre as emendas parlamentares perante a opinião pública, e em que pesem as necessidades de aprimoramento, elas são importante instrumento de promoção de políticas públicas.

Intitulado “O mito da ineficiência alocativa das emendas parlamentares”, o estudo foi produzido por Dayson Pereira Bezerra de Almeida, consultor de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados, e aponta que a distribuição dos recursos pelos parlamentares pode ter benefícios, contribuindo para que eleitores tenham suas demandas locais atendidas e se sintam mais bem representados.

As emendas parlamentares são recursos indicados por deputados e senadores no Orçamento da União para obras e projetos em redutos eleitorais. A prática vem sendo demonizada como se ela fosse sempre reprovável, mesmo que hoje sua execução seja impositiva.

A imprensa comumente aponta as emendas como moeda de troca entre o presidente da República e parlamentares em momentos decisivos para o Palácio do Planalto.

“Em algumas ocasiões vemos uma espécie de cruzada contra emendas parlamentares, que seriam moralmente reprováveis, quase pecaminosas — o que não me parece salutar”, disse o autor do estudo ao Metrópoles. Para ele, essa narrativa desconsidera que os gastos decididos pelo Executivo sofrem, muitas vezes, dos mesmos problemas associados às emendas, tais como corrupção, obras paralisadas e ausência de critérios técnicos. Ou seja: “Não são mazelas restritas ao gasto de origem parlamentar”.

Recentemente, a liberação de emendas parlamentares às vésperas das eleições para as presidências da Câmara e do Senado suscitou discussões sobre barganhas entre parlamentares e o governo — a famosa inferência de troca de votos por verba pública.

Segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, em janeiro de 2021, mês anterior ao das decisões internas no Legislativo, o governo federal liberou R$ 504 milhões a parlamentares em emendas.

Para Dayson Almeida, a utilização das emendas nada mais é do que um tradicional instrumento para promoção da governabilidade, isto é, para a garantia das condições necessárias ao exercício do poder de governar.

“Em determinados momentos, o Executivo recorre à prática com maior intensidade, para garantir apoio às suas iniciativas, ou bloquear a agenda oposicionista. Essa dinâmica não é nova e compõe a lógica do presidencialismo de coalizão”, explicou o consultor legislativo.

Desde 2015, uma emenda à Constituição estipulou que o pagamento das emendas parlamentares individuais é obrigatório. No entanto, é o Executivo quem define o momento da liberação da verba.

Além disso, o governo pode indicar impedimentos técnicos ou contingenciamento dos recursos das emendas, o que permite que o Executivo ainda mantenha um papel relevante na decisão de executar, ou não, as emendas individuais.

Origem da desconfiança

O estudo lembra que as emendas possuem esse estigma negativo por serem comumente associadas a casos de corrupção recentes, como os escândalos dos anões do orçamento e da máfia das sanguessugas.

O episódio conhecido como “os anões do orçamento” foi um esquema desvendado em 1993, no qual políticos manipulavam emendas parlamentes com o objetivo de desviar dinheiro público através de entidades sociais fantasmas ou com a ajuda de empreiteiras.

A abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso derrubou o então presidente da Câmara na ocasião, Ibsen Pinheiro (PMDB), e outros deputados que acabaram cassados ou preferiram renunciar.

Em seguida, a máfia das sanguessugas, que estourou em 2006, desvendou uma quadrilha que tinha como objetivo desviar dinheiro público destinado à compra de ambulâncias. A quadrilha negociava com assessores de parlamentares a liberação de emendas individuais ao Orçamento da União para que fossem destinadas a municípios específicos.

Além dessas associações, há ainda preocupações com a qualidade do gasto público, argumentos que apontam violação à separação dos Poderes e até prejuízos e quebra de isonomia na competição eleitoral. “São críticas válidas que merecem reflexão e podem levar ao aperfeiçoamento do instrumento”, avaliou o pesquisador.

Para ele, para determinar se o custo-benefício da execução de determinada emenda se justifica ou não, é preciso examinar cada caso. “Há, sem dúvidas, pontos positivos e negativos relacionados à prática”, assinalou.

Dayson observa que a parcela do orçamento federal destinada à promoção de benfeitorias locais traz maior retorno social se o representante eleito souber conduzir o processo de decisão. Ele avaliou ser natural que parlamentares valorizem esse instrumento e priorizem suas bases eleitorais, atendendo a demandas de caráter local.

“Por outro lado, olhando para esse fenômeno sob a ótica da democracia representativa, em que se espera que representantes deem voz aos anseios dos eleitores, as emendas materializam essa esperada sensibilidade dos eleitos em relação às preferências dos votantes”, pontuou.

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Com lockdown no DF, Congresso Nacional proíbe acesso de visitantes

Após o governo do Distrito Federal decretar lockdown, o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), assinou, nesta sexta-feira (26/2), um ato proibindo o acesso de visitantes às dependências do Senado durante o período em que vigorarem as restrições. O 1° secretário da Câmara, Luciano Bivar (PSL-PE), também está preparando um ato para formalizar a restrição na Câmara dos Deputados.

O ato, assinado pelo presidente do Congresso, estabelece medidas para prevenção da transmissão da Covid-19, levando em consideração o decreto do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), que fechará todos os serviços, exceto os essenciais.

O documento destaca a alta ocupação dos leitos hospitalares de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) nas redes pública e privada no Distrito Federal. Segundo a Secretaria de Saúde do DF, apenas um leito estava disponível nesta sexta.

Ato assinado por Rodrigo Pacheco

O governador do Distrito Federal conversou ao telefone com os presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), sobre o lockdown e recomendando a restrição da circulação na Casa. Lira teria concordado com a recomendação e enviou a decisão ao primeiro secretário da Casa para formalização do ato.

Nesta semana, diversos prefeitos de todo o país circularam pelo Congresso Nacional.

Desde o início da pandemia da Covid-19, há uma orientação aos gabinetes no Senado de convocar presencialmente apenas os assessores imprescindíveis.

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Com cargo no MME, mulher de Daniel Silveira ganhou auxílio emergencial

Paola da Silva Daniel, esposa do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) recebeu parcelas do auxílio emergencial enquanto tinha um cargo no Ministério do Meio Ambiente. À época, era coordenadora de gestão de pessoas no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Segundo o colunista Ancelmo Gois, do Globo, a nomeação de Paola foi publicada no Diário Oficial da União no dia 16 de outubro de 2020. Como coordenadora de gestão de pessoas, ela recebe R$ 5,6 mil por mensalmente.

Dentro do período que exerceu o cargo no Ministério do Meio Ambiente, a advogada ganhou quatro parcelas do benefício do governo, auxílio emergencial. Os dados estão no sistema de pagamentos da Caixa Econômica Federal: sete parcelas foram recebidas e quatro pagas, um total de R$ 1.800.

O auxílio emergencial ou coronavoucher, com o intuito de amenizar os impactos econômicas da pandemia do novo Coronavírus, foi instituído pela Lei de nº 13.982/2020, que estabeleceu o pagamento de R$ 600 mensais a cidadãos de baixa renda e trabalhadores informais, microempreendedores individuais e contribuintes individuais do INSS.


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Elon Musk se diz arrependido de não ter comprado bitcoin em 2013

Elon Musk se diz arrependido de não ter comprado bitcoin antes

Elon Musk, o bilionário CEO da Tesla, e até pouco tempo o homem mais rico do mundo, expôs sua opinião a respeito do Bitcoin em um bate-papo por áudio com convidados do Clubhouse na segunda-feira.

Os comentários vieram três dias após Musk ter colocado #Bitcoin na sua bio do Twitter. Após a mudança, o bilionário publicou um tweet enigmático, dizendo: “Em retrospectiva, isso era inevitável”.

Após dias de especulação, com a criptomoeda oscilando 17% apenas com a publicação no seu Twitter, Elon decidiu falar abertamente a respeito do Bitcoin. Ao que tudo indica, Elon Musk de fato colocou bitcoin em seu portfólio, afirmando que deveria ter entrado antes e que agora se sente como se tivesse chegado atrasado em uma festa:

Antes de tudo eu deveria dizer como muitos dos meus amigos tentaram me convencer a me envolver com bitcoin por muito tempo. […] Então, eu quero dizer, eu deveria ter pelo menos comprado alguns bitcoins oito anos atrás […] eu penso que isso é como chegar atrasado para uma festa.

Ele também chegou a comentar que a criptomoeda está em vias de ter uma aceitação ampla dentro do mercado tradicional:

Eu acho que o bitcoin está prestes a obter ampla aceitação das finanças tradicionais.

No entanto, não houve nenhuma conversa sobre quanto bitcoin Elon teria comprado. Ou mesmo se haveria interesse da Tesla, ou das demais empresas de Elon, de manter bitcoin no portfólio como estratégia de tesouraria.

Tesla comprando BTC?

Semanas atrás, em discussões no Twitter, Elon foi instigado por Michael Saylor, CEO da MicroStrategy, empresa que possui mais de US$1 bilhão em BTC em caixa, a converter parte do tesouro da Tesla na criptomoeda.

Se você quiser fazer um favor de US$ 100 bilhões aos seus acionistas, converta o balanço patrimonial da TSLA de USD para BTC. Outras empresas no S&P 500 seguiriam seu caminho e, com o tempo, aumentaria e se tornaria um favor de US$ 1 trilhão. – Saylor disse a Musk. 

Ao que Elon respondeu, perguntando se essas grandes transações são mesmo possíveis. Saylor esclareceu que sim, explicando como ele comprou mais de US$ 1,3 bilhão em BTC nos últimos meses, oferecendo sua ajuda na compra. Se essa compra de fato ocorrerá, saberemos apenas no futuro.

Para Barry Silbert, CEO da Digital Currency Group (dona da Grayscale), não é uma questão de “se”, mas “quando”.

“Twitter vai enlouquecer quando Elon/Tesla divulgar suas posses em bitcoin.”, tuitou ele.

Musk se tornou de fato um bitcoiner? 

Ao que tudo indica, sim, Elon Musk é o mais novo entusiasta do Bitcoin, afirmando ser um defensor da criptomoeda.

Então, pensando um pouco, neste ponto eu penso que o bitcoin é uma coisa boa, então eu sou um defensor do bitcoin, você sabe, eu estou atrasado para a festa, mas eu sou um defensor do bitcoin.

Quantos bitcoins você acha que Elon Musk colocou no seu portfólio? E a Tesla, ela será a primeira empresa do S&P 500 a comprar bitcoin? Deixe sua opinião na seção de comentários abaixo.

Leia mais: 17% da população mundial será proibida de usar bitcoin com nova lei indiana

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Veja as 5 criptomoedas recomendadas no Yahoo Finance

Altcoins trader

Um artigo intitulado “5 criptomoedas para comprar fora Dogecoin ou Bitcoin” foi publicado neste domingo (31/01) no Yahoo Finance, o site de notícias de finanças mais acessado dos Estados Unidos.

Ele foi escrito pela Benzinga logo após um pump organizado de DOGE, que levou a criptomoeda meme a alcançar sua máxima histórica, chegando a subir 800% em um dia. Alta impulsionada tanto por fóruns no Reddit como o SatoshiStreetBets quanto um tweet do Elon Musk.

O Bitcoin também enxergou um movimento expressivo após Musk, CEO da Tesla e homem mais rico do mundo, alterar sua bio do twitter para #Bitcoin. Mas, segundo o artigo, existem mais altcoins para ficar de olho. Veja o que foi escrito na Yahoo:

Polkadot (DOT): Preço, a partir de hoje no momento da publicação – $ 16,49

Polkadot é uma criptomoeda de Proof of Stake que oferece interoperabilidade entre outros blockchains. Polkadot usa quatro sistemas: corrente de retransmissão, parachain, parathreads e pontes para conectar criptomoedas em blockchains. Semelhante ao Ethereum (ETH), o Polkadot também permite que os usuários criem seu próprio blockchain. Enquanto os desenvolvedores no Ethereum precisam gerenciar sua própria segurança, no Polkadot os desenvolvedores podem tirar proveito da segurança já incorporada ao sistema.

Monero (XMR): Preço, a partir de hoje no momento da publicação – $ 137,22

Monero é uma criptomoeda que permite aos usuários serem seus próprios bancos e fazer compras, que são totalmente indetectáveis. É um projeto comunitário financiado inteiramente por doações com o objetivo de dar aos usuários o anonimato com suas finanças. Em comparação com o Bitcoin, que é transparente e, portanto, as transações podem ser rastreadas, o Monero usa uma técnica de criptografia chamada “assinaturas de anel” para proteger os detalhes das transações e identidades de seus clientes. Monero tem um sistema simples que permite aos usuários comprar moedas Monero e depois gastá-las. A lista de comerciantes que aceitam o Monero atualmente fica em pouco menos de 200.

Cardano (ADA): Preço, a partir de hoje no momento da publicação – $ 0,35

Co-fundada por Charles Hoskinson, um dos desenvolvedores originais do Ethereum, Cardano é uma plataforma de blockchain de Proof of Stake. Em seus estágios iniciais, alguns se referiram a ele como “o assassino do Ethereum”, acreditando que eventualmente acabaria com seu rival maior. Como o Ethereum, a Cardano visa fornecer produtos financeiros descentralizados aos seus usuários, mas foi construída especificamente com a segurança em mente. Em vez de contratos inteligentes usados ​​pela Ethereum, Cardano usa lógica de token “nativo” conectada diretamente ao livro-razão de Cardano.

Energy Web (EWT): Preço, a partir de hoje no momento da publicação – $ 7,52

O token Energy Web foi lançado pela Energy Web Foundation, uma organização sem fins lucrativos. O token faz parte da Energy Web Chain para apoiar ideias de baixo carbono e centradas no cliente para geração de eletricidade. De acordo com seu site, “EW também cresceu o maior ecossistema do setor de energia do mundo – compreendendo concessionárias, operadoras de rede, desenvolvedores de energia renovável, compradores corporativos de energia e outros – com foco em tecnologias digitais descentralizadas de código aberto”. Por meio de sua interface digital, o Energy Web conquistou clientes em mais de uma dúzia de países, incluindo os EUA, Japão e Alemanha.

Ocean Protocol (OCEAN): Preço, a partir de hoje no momento da publicação – $ 0,59

Ocean é um ecossistema baseado em blockchain que se concentra em dados. Especificamente, ele permite que as empresas tokenizem e vendam seus dados no mercado da Ocean. De acordo com seu site, “a Ocean torna mais fácil publicar serviços de dados (implantar e criar datatokens ERC20) e consumir serviços de dados (gastar datatokens).”

Os usuários também podem criar seus próprios aplicativos e usar a segurança blockchain do Ocean Protocol.”

No fim das contas, é interessante que um dos maiores sites de finanças do mundo estejam notando ainda mais as criptomoedas. Porém, é perigoso que leitores sigam as sugestões e acabem perdendo dinheiro em mercados voláteis que não estão acostumados. Especialmente em momentos de euforia ou quando os projetos apresentam níveis maiores de centralização, a cautela deve ser redobrada.

Vale ressaltar que as recomendações de Ocean, Energy Web são perigosas, visto que os projetos têm pouco tempo de vida e são pouco conhecidos em comparação a moedas mais tradicionais como ether, bitcoin, monero e outras.

*Esse post não é uma indicação de investimento.

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Grayscale reabre seu fundo de Ethereum, preço deve subir?

ethereum

A maior gestora de ativos digitais do mundo, Grayscale Investments, disse na segunda-feira que seu fundo Ethereum Trust (OTCQX: ETHE) está novamente aberto a investidores credenciados.

A empresa disse que a colocação privada de suas ações no fundo é oferecida periodicamente ao longo do ano. O Ethereum Trust fechou suas portas pela última vez no final de dezembro, junto com cinco outros fundos.

Após a reabertura do fundo de Bitcoin, maior produto da Grayscale até hoje, a gestora teve que comprar três vezes mais bitcoins do que eram minerados no período para atender a gigantesca demanda. Neste dia, 14 de janeiro, o bitcoin abriu em alta e atingiu US$ 40 mil, mas desde então o btc vem recuando e é negociado a US$ 34 mil no momento da escrita da matéria.

O impacto da demanda por Ethereum através da gestora ainda está por ser visto. De acordo com a Coinbase, a maior corretora dos EUA, as instituições estão começando a investir também em ether, além da diversificação em bitcoin.

Em 29 de janeiro, o Grayscale Ethereum Trust tinha mais de US$ 4 bilhões em ativos sob gestão, disse a empresa na segunda-feira.

A Grayscale oferece seus vários fundos para investidores que buscam exposição a criptomoedas como bitcoin e ether sem os desafios de comprar e armazenar a criptomoeda diretamente.

A gestora registrou na semana passada cinco novos fundos para ativos de criptomoeda, vários deles vinculados ao espaço de finanças descentralizadas (DeFi).

No entanto, esses e outros registros de trust recentes não significam necessariamente que os veículos de investimento realmente serão lançados.

Veja também: Vocalista do Kiss afirma ter comprado Bitcoin, Dogecoin, XRP e outras criptomoedas

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Vocalista do Kiss afirma ter comprado Bitcoin, Dogecoin, XRP e outras criptomoedas

O baixista e co-vocalista da banda de rock americana Kiss, Gene Simmons, disse ter comprado Bitcoin, Dogecoin, XRP e outras criptomoedas através de publicações na sua conta do Twitter. E essa não foi a primeira vez que Gene falou a respeito da criptomoeda.

Em uma entrevista em 2017, ele informou que estava interessado na criptomoeda para diversificar seus investimentos. Ao ser perguntado sobre lançar sua própria moeda ele respondeu em tom de brincadeira:

Kiss coin? Claro, você pode me convencer disso.

Em setembro de 2020, Gene respondeu um tweet Cameron Winklevoss, co-fundador da bolsa de criptomoedas Gemini:

É mais fácil comprar #Bitcoin e Ether se você já estiver no sistema antigo. Se você não tem uma conta bancária, é difícil colocar fundos na criptomoedas. Precisamos mudar isso.

Ao que Gene respondeu:

Eu vou. Eu sou.

As compras de Gene

Agora o músico de fato concretizou a compra de Bitcoin que havia sido avisado em setembro do ano passado. Gene afirmou que a sua publicação não era nenhum tipo de recomendação de investimentos e citou algumas criptomoedas que ele colocou no seu portifólio.

“Não estou recomendando nada disso a ninguém. Mas sim, comprei e / ou terei Bitcoin, Etherium, Litecoin e outros.”

“Não recomendando nenhuma dessas [criptomoedas] a ninguém. Mas sim, também comprei Dogecoin, XRP e outros. Entenda como quiser.”

Segundo a revista Rolling Stone, Gene Simmons é o integrante mais rico do Kiss, e possui um patrimônio estimado de US$350 milhões. 

De quanto você acha que foi o investimento do músico? Deixe sua opinião na seção de comentários abaixo.

Leia mais: Veja as 5 criptomoedas recomendadas no Yahoo Finance

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Número de endereços ativos de Bitcoin alcança alta máxima de 2017

Número de endereços ativos de Bitcoin alcança alta máxima de 2017

O ano de 2021 permanecerá na história com vários recordes da rede Bitcoin sendo quebrados, incluindo altas máximas para o preço do BTC e taxa de hash. Além disso, dados recentes indicam que o número de endereços únicos ativos na rede também superou o recorde anterior de três anos atrás.

De acordo com dados da empresa de análise Glassnode, o número de endereços na rede Bitcoin que enviaram ou receberam fundos atingiu um novo recorde histórico de 22,3 milhões em janeiro de 2021.

Esse número ultrapassou o recorde anterior do final de 2017, quando os endereços ativos alcançaram 22 milhões.

Endereços ativos de Bitcoin. Fonte: Glassnode.

Observando o gráfico acima, é seguro presumir que o preço do bitcoin é o principal motivo por trás da alta nos endereços ativos. Afinal, o recorde anterior veio quando o BTC estava rumo aos US$ 20.000 pela primeira vez, o que era o maior recorde de preço naquela época.

Como a criptomoeda entrou em um mercado de baixa de um ano após seu pico em 2018, os endereços seguiram o preço e caíram até um aumento repentino durante a alta de curto prazo de junho de 2019.

Da mesma forma, eles aumentaram no final de 2020 – quando a criptomoeda iniciou seu ciclo de alta mais impressionante até agora, quebrando acima de US$ 20.000 e atingindo o pico de US$ 42.000 no início de janeiro. A taxa de hash também ultrapassou a máxima de 150.000.000 TH/s, o que significa que há mais poder computacional dedicado à mineração de bitcoin.

Outros dados da Glassnode sugerem que os traders de bitcoin poderiam estar evitando realizar lucros recentes. O volume de bitcoins mantidos nas exchanges alcançou a mínima dos últimos dois anos de cerca de 2,3 milhões de moedas.

Bitcoins mantidos em exchanges. Fonte: Glassnode.

Por outro lado, a oferta de moedas que estão em hold a pelo menos um ano atingiu o mínimo dos últimos 13 meses de 57%. Este é um declínio substancial desde meados de 2019, quando a mesma métrica estava em quase 65%.

Percentual de bitcoins parados há mais de 1 ano. Fonte: Glassnode.

Qual a sua expectativa para o Bitcoin em 2021? Deixe sua opinião na seção de comentários abaixo.

Leia mais: Grayscale reabre seu fundo de Ethereum, preço deve subir?

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Bitcoin pegando impulso e Bolsonaro vence novamente

Bolsonaro sorrindo

Confira as principais notícias do dia no seu resumo sobre criptoeconomia, política e mercado financeiro.

Política: Bolsonaro vence novamente e a “caixa de pandora” nos EUA

🇧🇷 Os escolhidos de Bolsonaro são eleitos para a Câmara dos Deputados e Senado. Arthur Lira, novo presidente da Câmara, promete reformas e considera “alarmante o quadro fiscal”. 

Nove partidos vão ao STF para sustar ato de Arthur Lira – O Antagonista

Governo ‘tratora’ para eleger aliados em estratégia para evitar impeachment – Ofensiva no Congresso inclui recorde de emendas e R$ 3 bilhões em verba extra – Estadão

Greve falha, mas governo teme ‘efeito manada’ – Valor Econômico

🇺🇸 Graham adverte democratas sobre chamar testemunhas durante impeachment de Trump –  “Se você abrir essa lata de vermes, vamos querer que o FBI entre e nos conte sobre como as pessoas planejaram esse ataque e o que aconteceu com a e segurança no Capitólio. Você abre a Caixa de Pandora se chamar uma testemunha.”  – Fox News

Republicanos propõe estímulo de US$618 bilhões – Um grupo de republicanos do Senado descreveu sua ofertapara cerca de US $ 618 bilhões na segunda-feira, incluindo uma rodada de cheques diretos de US $ 1.000 para muitos adultos, enquanto os democratas iniciavam um processo que lhes permitiria aprovar o plano de US $ 1,9 trilhão do presidente Biden segundo as linhas partidárias. – WSJ

B3 retira limitações da IRB e Bitcoin pegando impulso?

A casa sempre ganha: A B3 retirou hoje a decisão de limitar as negociações das ações do IRB e seus derivativos, após um grupo de pequenos investidores se reunir para impulsionar a ação.

Já no mercado de criptomoedas, o ratio de stablecoins x bitcoins (stablecoin supply ratio) em circulação voltou a cair. 

“O fato de a SSR ser tão baixa, mesmo que o BTC mantenha preços altos, demonstra quantas novas stablecoins entraram no ecossistema recentemente.”, afirmou a Glassnode.

Ratio de bitcoin e stablecoins gráfico

Outra notícia positiva vem da conferência sobre Bitcoin promovida pela MicroStrategy, segundo Michael Saylor (CEO) o painel educacional atraiu o maior número de CEOs que qualquer outro evento da empresa. 

O Bitcoin estaria pegando impulso para saltos maiores de preço? 

O comércio global de alimentos está dependente da resolução de uma crise de contêineres –  A competição global pelos recipientes de aço significa que a Tailândia não pode enviar seu arroz, o Canadá está preso com ervilhas e a Índia não pode descarregar sua montanha de açúcar. O envio de caixas vazias de volta à China tornou-se tão lucrativo que até mesmo alguns transportadores americanos de soja estão tendo que lutar por contêineres para fornecer compradores asiáticos famintos. – Bloomberg

Futuros de índices às 8:00 horário de Brasília:

  • Ibovespa (Brasil) fechamento,+2,21% aos 117.445 pontos
  • Nasdaq (EUA),+0,93%
  • S&P/ASX 200 (EUA), +1,08%
  • Nikkei 225 (JAP), +0,86%
  • Euro Stoxx 50, +1,30%

Commodities, moedas e Bitcoin:

  • Ouro,-0,66% negociado a US$1.851,35 a Onça Troy
  • Bitcoin, +2,36% a R$190.355,00 no Brasil ou US$34.026,00
  • Dólar – USD/BRL negociado a R$5,46

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