Europa recupera perdas: a Itália deve ter um pacote de €16 bi

FTSE MIB, bolsa de Milão, ficou em alta de 1,61% aos 24.242

O dia foi de reação positiva no mercado acionário da Europa. Os indicadores das economias da região, bem como as reuniões dos bancos centrais, ficaram entre os pontos de atenção nesta terça-feira. O pacote de Mario Draghi animou a bolsa de Milão.

Índices Europeus: o Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,53% aos 446.20 pontos. O FTSE MIB, bolsa de Milão, ficou em alta de 1,61% aos 24.242. O CAC-40, Paris, em alta de 0,79% aos 6.476. O DAX-30, bolsa de Frankfurt, subiu 0,72% aos 14.039. O Ibex 35, bolsa de Madri, ficou em alta de 1,83% aos 8.590. O PSI-20, bolsa de Lisboa, ficou em alta de 0,33% aos 5.883. O FTSE-100, bolsa de Londres, ficou em alta de 0,22% aos 7.561.

No pan-europeu, os ganhos ficaram com as petroleiras e energéticas. A BP avançou quase 6% com o anúncio de recompra de ações.

Na Itália, o primeiro-ministro Mario Draghi validou um novo pacote de gastos de € 16 bilhões para amparar famílias e empresas. A ideia manter a economia e, ao mesmo tempo, ajudar no enfrentamento das altas nos preços de alimentos e energia.

Estão incluídos pagamentos em dinheiro, subsídios de energia, créditos fiscais e mais fundos para os governos locais. O pacote vem de encontro ao discutido em fevereiro, que seria financiado por um imposto de 10% sobre os lucros das empresas de energia. A expectativa era arrecadar € 4,4 bilhões. O novo plano é financiado por aumentos que elevam a taxa de imposto para 25% e deve arrecadar cerca de € 10 bilhões.

Na volta do feriado, o S&P divulgou o índice PMI industrial de abril do Reino Unido, que foi revisado para 55,8 de uma leitura preliminar de 55,3. Em março, o número era de 55,2 em março.

Por lá, as apostas estavam redobradas para a decisão monetária do Banco Central da Inglaterra, que termina a reunião na quinta-feira. As chances são de um movimento de 0,50 bp, em vez de 0,25 bp. A inflação não dá trégua.

Na Europa, em março de 2022, a taxa de desemprego na Zona do Euro foi de 6,8%, abaixo dos 6,9% em fevereiro de 2022 e dos 8,2% em março de 2021. A taxa de desemprego da UE foi de 6,2% em março de 2022, abaixo dos 6,3% em fevereiro de 2022 e de 7,5% em março de 2021. Os dados são do Eurostat.

Em março, os preços ao produtor industrial subiram 5,3% na EA19 e 5,4% na UE27, em relação a fevereiro de 2022, conforme o Eurostat.

Na Alemanha, o nível de desemprego caiu 13 mil em abril, mantendo a taxa de desemprego no nível pré-pandemia de 5%. Economistas estimaram uma redução de 15 mil, no que seria o menor desde abril de 2021. Os dados são do Agência do Trabalho.

*Com apoio de agências internacionais

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