Covid-19 fica no radar dos mercados asiáticos: bolsa de Xangai cai 1,4%

Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,41% aos 26.700

Os principais índices de ações subiram na Ásia nesta terça-feira. O investidor acompanhou as notícias vindas da China, com os casos de Covid-19 avançando. No foco  está a inflação, com a pressão dos bancos centrais, e temporada de resultados.  O otimismo de Wall Street pela compra do Twitter por Elon Musk também ajudou.

Índices Asiáticos:

O índice Xangai ficou em queda de 1,44% aos 2.886 e o Shenzhen Composite ficou em queda de 2,11% aos 1.752.

O Topix ficou em alta de 0,11% aos 1.878.

O Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,14% aos 16.644.

O Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 0,33% aos 19.934.

O Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,41% aos 26.700.

O FTSE Straits, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,53% aos 3.322.

O Kospi, bolsa de Seul, ficou em alta de 0,42% aos 2.668.

O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em alta de 1,37% aos 57.356.

O índice regional de ações, MSCI Asia Pacific, fora o Japão, ficou em alta de 0,80%.

Na região, como nas demais, os balanços trimestrais divulgados por grandes bancos e empresas movimentaram os negócios. As promessas de autoridades chinesas em adotar medidas adicionais para atenuar os impactos negativos dos surtos da Covid-19 ajudaram a alimentar alguns ganhos.

Como medida preventiva, o governo chinês determinou testes em massa da população da cidade de Pequim e deve instituir um amplo lockdown. Os temores de que essas medidas desacelerem ainda mais a economia levou o índice Xangai Composto a fechar em queda no pregão de hoje.

Já o Banco Central da China (PBoC) anunciou que deverá aumentar os estímulos à economia, que seria uma medida para compensar os efeitos negativos decorrente das medidas restritivas em diversas regiões.

A economia da China, a segunda maior do mundo, cresceu a uma taxa estimada de 4,8% ano a ano no primeiro trimestre. Antes da pandemia, o PIB chinês subiu 6,0%.

Por fim, nas demais bolsas, o estímulo ficou com a recuperação de Wall Street, isso ainda na esteira da compra do Twitter por Elon Musk. O negócio, que ainda precisa de aprovação de órgãos reguladores dos Estados Unidos, ficou estimado em US$44 bilhões.

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