China pesa nos mercados da Ásia

Xangai ficou em alta de 1,46% aos 3.213

A China pesou nos mercados de ações da Ásia. A redução gradual do lockdown imposta por Pequim para controlar a nova onda de Covid-19 ajudou no desempenho. Contudo, em algumas bolsas, os dados da inflação no mundo permaneceram nos radares dos investidores.

Índices Asiáticos:

O índice Xangai ficou em alta de 1,46% aos 3.213 e o Shenzhen Composite ficou em alta de 1,81% aos 2.047.

O Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,67% aos 26.550.
O Hang Seng, bolsa de Hong Kong, subiu 0,52% aos 21.319.
O XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,42% aos 7.454.
O FTSE Straits, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,99% aos 3.330.
O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em queda de 0,66% aos 58.576.
O Kospi, bolsa de Seul, ficou em queda de 0,98% aos 2.666.

O índice regional de ações, MSCI Asia Pacific, fora o Japão, caiu 0,70%.

Os investidores asiáticos estavam atentos aos indicadores de inflação global. Ontem, a inflação medida pelo índice de Preços ao Consumidor da China subiu 1,5% em março. A projeção era de alta em 1,3% e ainda acima de 0,9% na última leitura.

Para hoje será a vez dos Estados Unidos, uma das mais aguardadas, porque vai contribuir para que o Federal Reserve dê rumo à política de juros dos Estados Unidos.

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Na China, o governo relaxou algumas medidas de restrições à mobilidade devido com a redução nos casos de Covid-19 na cidade de Xangai. Isso devolveu o bom humor aos investidores, levando o índice Composto a fechar em alta e revertendo as fortes perdas da sessão anterior.

Nas demais bolsas prevaleceu a cautela antes da divulgação da inflação americana e as preocupações de que um forte aperto monetário possa afetar o crescimento da região.

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