China pesa nas bolsas da Ásia

Xangai ficou em queda de 1,35% aos 3.151

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única pela segunda sessão consecutiva. O investidor acompanhou os desempenhos do dia anterior, com o foco nos bancos centrais. O Banco Popular da China, por exemplo, frustrou ao manter a política monetária.

Índices Asiáticos:

O índice Xangai ficou em queda de 1,35% aos 3.151 e o Shenzhen Composite ficou em queda de 1,71% aos 1.985.

O Topix ficou em alta de 1,03% aos 1.915.

O Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,91% aos 17.148.

O Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 0,40% aos 20.944.

O Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,86% aos 27.217.

O FTSE Straits, bolsa de Singapura, ficou em alta de 0,85% aos 3.335.

O Kospi, bolsa de Seul, ficou estável aos 2.718.

O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em alta de 1,02% aos 57.037.

O índice regional de ações, MSCI Asia Pacific, fora o Japão, subiu 0,70%.

No Japão, o índice Nikkei registrou valorização, com as ações de exportadoras na esteira de um iene fraco.

No país,  as importações subiram 31,2% no ano até março, o que acabou superando um aumento de 14,7% nas exportações. O resultando mostra um déficit comercial de ¥ 412,4 bilhões – superando os ¥ 100,8 bilhões estimados na pesquisa. Os dados são do Ministério das Finanças e foram divulgados hoje. Com isso, o mês de março foi o 8º déficit consecutivo, embora tenha sido o menor em cinco meses.

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Na China, por sua vez, o índice Xangai Composto caiu depois que o Banco Popular da China – PBoC deixou as taxas de juros de empréstimos de médio e longo prazo inalteradas.

A decisão deixou os investidores desapontados, já que esperavam por medidas de estímulo depois do corte do compulsório bancário na semana passada. O temor do mercado é de uma fuga de capitais e com mais pressão sobre a moeda local.

*Com apoio de casas de análises

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