A corrida das companhias para aproveitar a janela para abertura de capital está intensa.

Segundo o Estadão, nos últimos dias, seis empresas protocolaram pedido para realizar sua oferta inicial de ações (IPO) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Entre as candidatas a abrir o capital está a Lavvi, do grupo Cyrela, que pretende arrecadar mais de R$ 2,1 bilhões, caso seus papéis saiam no topo da faixa indicativa de preço.

Especializada em empreendimentos de alto padrão, a companhia quer estrear na B3 em 2 de setembro.

Conforme o jornal, também entraram na fila a empresa de logística Sequoia, a Elfa Medicamentos, a EZ In (outra incorporadora), a companhia de varejo Grupo Mateus e a Alphaville, conhecida pelos condomínios de luxo.

IPO

A Sequoia planeja uma oferta primária e secundária. A operação será coordenada por BTG Pactual, Santander, Morgan Stanley e ABC Brasil.

Os recursos da oferta primária, que vão irrigar o caixa da empresa, poderão ser usados para aquisições.

Já a Elfa Medicamentos também prepara uma oferta primária e secundária – a operação servirá para saída do fundo de private equity Pátria do negócio.

Enquanto isso a EZ In, braço de empreendimentos comerciais da Eztec, prepara uma oferta apenas primária.

O prospecto da oferta destaca que o dinheiro a ser levantado será destinado para a aquisição de novos terrenos e projetos de imóveis comerciais em São Paulo, além da redução do endividamento e alavancagem.

O Grupo Mateus, varejista do Nordeste, fez o pedido para uma oferta primária e secundária, que está sendo estruturada pela XP, Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander e Safra.

E a Alphaville voltou a protocolar seu pedido de IPO para uma oferta primária e secundária. Como no caso da Elfa Medicamentos, o Pátria é acionista vendedor.

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